Professor de Economia aborda Mito da Caverna e as IFES no Brasil



Para ele, "a caverna das instituições federais de ensino superior (IFES) no Brasil é um conjunto de ideias ou pensamentos de esquerda fortemente estabelecidos"

 



Em novo texto, no Portal WSCOM, o professor Doutor Paulo Amilton, do Departamento de Economia da Universidade Federal da Paraíba, aborda a parábola da Caverna, de Platão. Em uma analogia, fala sobre a caverna das instituições federais de ensino superior (IFES) no Brasil.
Para ele, "a caverna das instituições federais de ensino superior (IFES) no Brasil é um conjunto de ideias ou pensamentos de esquerda fortemente estabelecidos. O Brasil vive preso a um conjunto de ideias de esquerda arcaico que finge defender os mais desassistidos, mas que na verdade está defendendo os próprios interesses. Ou seja, na aparência é defensora dos pobres, mas na essência é defensora de si mesmo".

Confira o texto na íntegra:

O mito da caverna aplicado as IFES


O mito da caverna, também chamada de parábola da caverna, é uma alegoria contida no livro A República escrito por Platão. É uma das passagens mais clássicas da história da filosofia. É uma metáfora que consiste em explicar filosoficamente o aprisionamento na ignorância em que vivem os seres humanos.
Em que consiste a alegoria? No interior de uma caverna vivem indivíduos que nasceram e cresceram em seu interior e, por estarem aprisionados por correntes, nunca dela saíram. Eles estão posicionados de costas para a entrada da caverna. A fonte de informação para esses indivíduos é o reflexo que a luz da fogueira existente e cuja penumbra se projeta em uma parede que fica em frente aos mesmos. A caverna não tem iluminação suficiente para que os indivíduos se veem a si mesmos e aos outros.
Fora da caverna existem homens e outros seres viventes. No entanto, os seres da caverna não podem vê-los diretamente, apenas pelo reflexo que os mesmos projetam na parede da caverna. Os viventes fora da caverna também emitem sons que os habitantes da caverna associam as sombras projetadas na parede da caverna. Deste modo, os habitantes da caverna julgam que essas sombras sejam a realidade.
De uma forma não explicada, um dos habitantes da caverna consegue fugir para fora dela. Estando fora, sente o incomodo da presença da luz do sol, que incide sobre seus olhos e pode cegá-lo. Enfrentando o incomodo, o fugitivo passa a olhar tudo que existe fora da caverna e, por conta disto, obtém um novo conhecimento e, com base nele, percebe uma nova realidade. Deduz que a realidade que tinha anteriormente não era a essência das coisas, mas apenas uma aparência.
Este voltando a caverna se vê diante de um dilema, que é dizer aos habitantes da caverna que a realidade que eles acreditam é apenas aparente. Além dos mais, que eles para verem a nova realidade devem enfrentar o incomodo da adaptação à luz do sol e da possibilidade de a mesma cegá-los. Por conta disto, teme ser hostilizado por levar perigo aos habitantes da caverna e de revelar uma verdade que se confrontava com a verdade anteriormente estabelecida. Ou seja, viver nas aparências poderia ser melhor do que enfrentar a essência da realidade. Conclusão, o mito trata da noção de essência e da aparência.
Transpondo isto para os tempos atuais. A caverna das instituições federais de ensino superior (IFES) no Brasil é um conjunto de ideias ou pensamentos de esquerda fortemente estabelecidos. Me atrevo a afirmar que o Brasil vive preso a um conjunto de ideias de esquerda arcaico que finge defender os mais desassistidos, mas que na verdade está defendendo os próprios interesses. Ou seja, na aparência é defensora dos pobres, mas na essência é defensora de si mesmo.

Não é à toa que vivemos a era onde predomina a pós-verdade. Nesta era o que importa é a versão favorável, de acordo com a ideologia majoritariamente aceita, dos fatos e não os fatos em si. Quem se atrever a tentar mostra uma realidade diferente, que não precisa ser necessariamente de direita, mas uma visão de uma esquerda que não seja inimiga da aritmética, é execrado. Se tiver baseado em alguma estatística, no mínimo vão chamá-lo de neoliberal, coxinha e inimigo dos pobres. O que esses esperaram é não enfrentar violência física.
Uma universidade deveria ser o ambiente de exposição das ideias. Usando Hegel, o ambiente em que as teses e antíteses fossem expostas para a síntese surgir. Mas não, a síntese já está colocada e não precisa ser debatida, dado que a esquerda é por definição certa e honesta. A única e legitima defensora dos menos assistidos. Os que fogem da caverna e veem outra realidade são apenas fugitivos mal informados e que têm interesses escusos.
Talvez esta seja a próxima reforma que devemos propor. 



fonte:
Professor de Economia aborda Mito da Caverna e as IFES no Brasil - Paraíba - Notícias - WSCOM Online

Ética e o congelamento dos embriões








Mário Saturno*

Diante dos avanços da ciência na geração de vida humana, a Igreja emitiu alguns princípios éticos para que católicos e cristãos de boa fé sigam. O documento “Instrução Dignitas Personae, Sobre Algumas Questões De Bioética” estabelece qual é a dignidade de todo ser humano, da concepção à morte natural.
As técnicas que realizam a procriação sem o ato conjugal não são consideradas lícitas para a geração da vida. Assim se enquadra a fecundação in vitro. E o mesmo vale para a chamada microinjecção intracitoplasmática ou Intracytoplasmic Sperm Injection (ICSI) que se tornou a técnica de maior eficácia para superar diversas formas de esterilidade masculina. Essas técnicas entregam a vida e a identidade do embrião ao poder dos médicos e instaura um domínio da técnica sobre a origem e o destino da pessoa humana, o que contraria a dignidade e a igualdade que devem ter pais e filhos.
E para aumentar as chances de sucesso e para não repetir as extrações dos ovócitos na mulher, procede-se a uma única extração múltipla de ovócitos, seguida da crioconservação de uma parte importante dos embriões obtidos in vitro, já prevendo uma segunda tentativa, no caso de fracasso da primeira, ou no caso dos pais quererem outra gravidez.
A crioconservação é incompatível com o respeito devido aos embriões humanos e pressupõe a sua produção in vitro, pois os expõe a graves riscos de morte ou de dano para a sua integridade física, enquanto uma alta percentagem não sobrevive às práticas de congelamento e de descongelamento. Além disso, priva aqueles embriões do acolhimento e da gestação materna e os deixa susceptíveis a posteriores ofensas e manipulações. A maioria dos embriões fica órfã.
E o que fazer com tantos embriões congelados? Muitos não têm consciência ética disso, mas outros, ao contrário, têm consciência de ter cometido uma grave injustiça. São claramente inaceitáveis as propostas de usar tais embriões para a investigação ou de destiná-los a usos terapêuticos, como se fossem simples “material biológico”. Também a proposta de descongelar estes embriões e os usar para a pesquisa como se fossem cadáveres normais, é inadmissível. Também a proposta de colocar à disposição de casais inférteis não é eticamente aceitável.
Para evitar esses graves problemas éticos, surgiu a proposta de congelar somente os ovócitos. Extraem-se os ovócitos, mas somente são fecundados os ovócitos que serão transferidos para a mãe, sendo os demais congelados para serem fecundados e transferidos no futuro. A Igreja também considera a crioconservação de ovócitos para a procriação artificial como moralmente inaceitável.
E mais abominável é a redução embrionária, ou seja, como diversos embriões são transferidos para a mãe, a gravidez múltipla pode ocorrer e isso representa risco, tendo como resultado uma intervenção cirúrgica para remover (matar) alguns fetos. Do ponto de vista ético, a redução embrionária é um aborto intencional seletivo de um ou mais seres humanos inocentes na fase inicial da sua existência e, como tal, constitui sempre uma desordem moral grave.


(*)Mario Eugenio Saturno (cienciacuriosa.blog.com) é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano.

Conheça os oito tipos de inteligência.





Educação e inteligência

Quantas vezes você se sentiu mal ao chegar em casa com notas baixas?
O sistema educacional atual junta numa mesma sala de aula crianças diferentes e exige o mesmo desempenho de todas nas mesmas matérias padronizadas, o que torna difícil detectar diferentes tipos de inteligência.
"Quando você tira notas altas no colégio, fica achando que é muito inteligente. Mas se for ao teatro, visitar uma fazenda ou uma granja, verá que outras inteligências são importantes," explica o psicólogo Howard Gardner, na Universidade Harvard (EUA) e autor da Teoria das Inteligências Múltiplas.
Para ele, existem oito tipos de inteligência e, assim, é possível identificar gênios entre pessoas consideradas fracas ou não valorizadas pelo sistema de educação tradicional.
Descubra a seguir se você pode ser algum tipo de gênio não reconhecido.

1. Inteligência lógico-matemática

Todo mundo conhece alguém que tem habilidade extraordinária com desafios de lógica e números. São pessoas que conseguem identificar padrões, resolver e propor problemas matemáticos com facilidade. A velocidade para resolver esses problemas é o que determina quanta inteligência lógico-matemática a pessoa tem.
O famoso teste de quociente de inteligência (QI), sobre o qual os psicólogos agora levantam tantas dúvidas, é baseado neste tipo de inteligência.
Gênios nessa categoria costumam brilhar como cientistas, economistas, professores, engenheiros e matemáticos.


2. Inteligência linguística

É a inteligência daqueles que entendem o sentido de uma poesia ou de um conto antes de todo mundo. São os mestres da palavra. Escrevem com facilidade e são o centro das atenções quando contam um caso.
Isso também é levado em conta no teste de QI.

3. Inteligência musical

Não se trata apenas de curtir música. Esta inteligência tem a ver com a capacidade de criação musical.
Esses gênios podem ser identificados ainda bem jovens pela habilidade de acompanhar ritmos, tocar vários instrumentos, ler e compor peças musicais com facilidade. O compositor Mozart é um bom exemplo.
Mas há muita gente que considera música talento, não inteligência. "Por que se você é bom com palavras é inteligente e com ritmos é talentoso? Ninguém nunca me respondeu", questiona Gardner.
Todas as culturas têm alguma forma de música mais ou menos elaborada - e, para Gardner e seus colegas de Harvard, todos os indivíduos têm uma inteligência musical latente.
Algumas áreas do cérebro estão relacionadas à execução e composição da música. Como qualquer outro tipo de inteligência, você pode treinar e melhorar.

4. Inteligência espacial

É aquela na qual o destaque é a capacidade de observar o mundo e os objetos sob diferentes perspectivas. Essas pessoas criam imagens mentais com facilidade, desenham bem, identificam detalhes e têm grande senso estético.
Engloba profissionais como pintores, fotógrafos, designers, publicitários, arquitetos e aqueles de quem se espera criatividade.

5. Inteligência corporal e sinestésica

Saber usar bem ferramentas é um exemplo de inteligência sinestésica corporal.
Além disso, a capacidade intuitiva da inteligência corporal é utilizada para expressar sentimentos através do corpo.
Nesta categoria, os gênios podem ser bailarinos, atores, atletas, cirurgiões e artistas plásticos. Em comum, todos usam racionalmente suas capacidades físicas.

6. Inteligência interpessoal

Os defensores mais conhecidos desta linha, como Daniel Goleman, chamam-na de inteligência emocional.
Essas pessoas têm grande capacidade de lidar com grupos, compreendem bem as circunstâncias e problemas dos outros.
Este é o perfil de vendedores, professores, psicólogos, terapeutas, advogados e educadores.
"A inteligência também pode ser nociva. Um vendedor com grande inteligência interpessoal pode ficar esgotado com facilidade," adverte Gardner.

7. Inteligência intrapessoal

Esta pode ser a praia dos tímidos ou retraídos.
Gardner define este tipo de inteligência como a capacidade de nos conhecermos por meio da reflexão e autoanálise.
Filósofos, pensadores e teólogos são exemplos.

8. Inteligência naturalista

Nos tempos de escola, suas experiências com plantas davam certo? Se sua resposta for sim, sua inteligência é naturalista: detecta, diferencia e categoriza questões relacionadas à natureza.
Gardner incluiu esta categoria posteriormente em sua pesquisa por considerá-la uma das inteligências fundamentais para a sobrevivência do ser humano.
Esta é a característica de quem se destaca em áreas como biologia, botânica, meio ambiente e atividades ligadas à agricultura.

Inteligências sem fim

Gardner afirma que o fato de seu trabalho ter identificado oito tipos de inteligência não significa que a questão esteja fechada.
No momento, por exemplo, o pesquisador e sua equipe analisam se a habilidade de ensinar pode ser considerada mais uma nova inteligência a ser incluída na lista.





fonte:
Conheça os oito tipos de inteligência.

A farsa que é Leandro Karnal



Assisti ao programa Roda Viva em que o entrevistado da vez foi o famigerado professor da Unicamp, Leandro Karnal. O professor começa discutindo o problema da atual polarização do debate político, que faz com que as pessoas considerem inimigas as outras pessoas de pensamentos discordantes; Karnal diz que a “polarização não pensa, apenas adjetiva e rotula ao invés de discutir as ideias”. Toda polarização é burra, diz ele, e acrescenta que, mais que isso, ela vem acompanhada da vontade de eliminar o outro como oponente.

Não demora muito, porém, pra que o renomado professor comece a agir conforme este comportamento polarizado, apesar dele mesmo jurar que é superior a essa polarização e que não participa dela, com todo o seu ar de intelectual isento e imparcial. Mas é apenas pose. Ele não escapa dessa polarização entre esquerda x direita, na qual ele se encontra obviamente no polo à esquerda. Isso fica bastante nítido quando, questionado sobre a “nova direita” que começa a surgir, especialmente na internet, o ilustre Dr. Xavier da academia brasileira rapidamente liga a sua metralhadora de rotulagem odiosa. Ele rotula essa direita como sendo:

Conservadores fascistas; adeptos de intervenção militar e da diminuição de direitos sociais; extrema-direita; doença que estava controlada; figuras das sombras que a internet deu voz; nosferatus que rastejavam como ácaros e bolores; etc.

Karnal usa todos os rótulos sintomáticos de uma esquerda odiosa e altamente polarizada, que despreza a democracia (que ele diz defender) e a liberdade de pensamento. Ele simplesmente trata os que pensam fora da caixinha da esquerda política como inimigos a serem eliminados, exatamente o que ele acusava como sendo o comportamento dos outros. Esse desejo de eliminar o inimigo fica ainda mais nítido pelas vezes em que ele cita Bertolt Brecht durante o programa, teórico comunista adepto do fuzilamento de inimigos políticos. Karnal diz:

“Como disse Brecht: a cadela do fascismo está sempre no cio, sugerindo a intervenção militar, dizendo que a mulher apanhou porque merecia, e estuprada porque foi leviana.”

Veja como ele associa problemas criminais presentes em qualquer sociedade com “fascismo”, levianamente, usando o termo não de forma analítica, como se espera de um historiador, mas apenas como rótulo ou termo pejorativo para depreciar os que pediam a intervenção militar nas manifestações recentes. O truque é sujo: associar essas pessoas à um regime político nacional-socialista (vale lembrar) que foi extinto após a guerra não só pela derrota em si mas pela própria propaganda maciça soviética, que o rejeitou como o dejeto do horror, para se auto-limpar dos seus próprios horrores e salvar o movimento comunista internacional. Mais ainda, ele associa os manifestantes e o fascismo à violência contra as mulheres, sem demonstrar de forma minimamente científica qual a relação causal entre tais coisas. Karnal ignora propositalmente o fato óbvio de que nem todo regime militar é fascista, como não o foi o regime militar brasileiro, nem tampouco que pedir pela intervenção militar constitucional seja o mesmo que pedir um governo militar, além de fazer a associação infantil de que o fascismo é um regime político que se caracteriza pela agressão de mulheres. O fascismo é caracterizado por muitas coisas horríveis, mas, definitivamente, não é um regime político caracterizado por “agredir mulheres”.

Nos lembremos que outro professor, membro do Partido Comunista Brasileiro, Mauro Iasi, também citou recentemente Bertolt Brecht, enquanto esbravejava contra a “ofensiva conservadora”, causando espanto pela violência retórica da citação:

“Agora escuta: sabemos que és nosso inimigo. Por isso vamos encostar-te ao paredão. Mas tendo em conta os teus méritos e boas qualidades vamos encostar-te a um bom paredão e matar-te com uma boa bala de uma boa espingarda e enterrar-te com uma boa pá na boa terra.”

Esse é o teórico que Leandro Karnal adora citar, pra logo em seguida tratar do ódio das pessoas (sempre de direita, claro). Trata-se obviamente de um cínico psicopático.


*****


Ao longo do programa fui notando outras marcas nítidas do seu cinismo. Irei enumerá-las:

1 – Sugere sutilmente uma semelhança entre perseguição aos judeus no nazismo com a “perseguição” aos petistas pela Lava-Jato. Lastimável.

2 – Diversas vezes fala da maldade intrínseca dos nazistas, como se a maldade humana fosse exclusividade deles (ele nunca fala da maldade do comunismo, irmão mais velho do nazismo), fazendo uma ligação causal puramente verbal entre o nazismo e os “linchamentos” da população, cansada da criminalidade extrema; esta é uma farsa comum das esquerdas em geral, que pintam sempre a “volta do fascismo” como fenômeno iminente, que pode pegar a nós todos de calças curtas amanhã mesmo. É claro que esse é um discurso para amedrontar criancinhas, pra que elas não votem ou sequer pensem fora dos domínios da esquerda política; ele também faz associações indevidas do nazismo com crimes de racismo e homofobia mundo afora, como se todos esses crimes e maldades tivessem motivação política inspiradas nesta ideologia (o que quase nunca é verdade, diga-se de passagem).

3 – Não se posicionou com relação ao “golpe” contra Dilma Rousseff, pra não dar muito na cara a sua torcida pelo petismo; ficou vergonhosamente balançando em cima do muro, quando finalmente saiu pela tangente dizendo que o impeachment poderia ou não ser considerado um “golpe”, ficando a critério do gosto de cada um. Vergonha. Mais ainda, já sabendo que muito provavelmente Dilma não voltará, tentou igualar o curtíssimo governo Temer ao dela, jogando-o precocemente na mesma lama da petista, apoiando-se no relativismo assombroso de frases como “nada é bom ou ruim em si, tudo depende daquilo que eu interpreto”.

4 – Mente dizendo que fora privado de suas liberdades durante a ditadura militar. É bastante curioso pensar que uma criança (ele nasceu em 1963) fora privada de qualquer liberdade nesse período. Será que Leandro Karnal era um guerrilheiro, um terrorista ou um militante da luta armada infanto-juvenil? Pois esses foram, sem dúvida, os que tiveram suas “liberdades” (liberdade de explodir bombas, assassinar, fazer justiçamentos, torturar, assaltar, etc.) cassadas. Com exceção desses, no período do regime militar havia liberdades civis para o povo. Um grupelho de revolucionários comunistas e jornalistas colaboradores não representam a situação geral do povo, que passou incólume a essa “ditadura” (muitos nem sabem dizer, como a maioria dos nossos pais e avós, o que é que houve de tão “opressivo” nessa tal ditadura militar). Com a exceção do voto direto (apenas para presidente, pois haviam eleições para governadores e prefeitos), as pessoas exerciam seus plenos direitos, inclusive o direito de ir e vir, o que não se pode dizer de hoje, já que somos reféns da criminalidade brutal. Essa historinha do Leandro Karnal que ele era uma criança oprimida pela ditadura é obviamente tão falsa que serve como prova cabal de sua psicopatia e obsessão em denegrir o regime militar a qualquer custo.

5 – Reprova o projeto Escola Sem Partido, sem apresentar argumentos convincentes, mas ao contrário, polarizando (de novo) o tema com rotulagem odiosa: Escola Sem Partido é uma asneira, uma bobagem conservadora, coisa de gente inculta; é uma ideologia conservadora (ele usa “conservador”, assim como “fascismo”, como termo pejorativo, para fins de rotulagem, e não como termo analítico).

6 – Diz que é uma “crença fantasiosa de uma direita delirante e estúpida” a ideia de que a escola forme a cabeça das pessoas (argumentando aí que o projeto ESP seja desnecessário, ou pura “ilusão”). Isso é a coisa mais absurda que eu ouvi nos últimos tempos. Se a escola não forma a cabeça das pessoas, pra que é que estamos gastando rios de dinheiro nisso? E por que é que a esquerda luta tanto para dominá-la? É óbvio que isso é falso, e ele sabe que é. A escola e a universidade são talvez os maiores formadores de pensamento e opinião em qualquer sociedade civil, acompanhados pela mídia. Um chimpanzé devidamente treinado consegue entender isso. Mais uma prova do cinismo e da perfídia desse sujeito.

7 – Afirma que é impossível um professor não se posicionar politicamente diante dos variados assuntos, e completa: “se um professor for militante de um partido de esquerda ou de centro não tem problema”; repare que ele não cita a direita, para o espanto de todos. Ou seja, para Leandro Karnal, sequer existe a opção de um professor ser militante de um partido de direita. Ele deixa aí evidente a sua vontade eliminar o outro, comportamento que ele mesmo dizia condenar, imputando-o aos raivosos “polarizadores” do debate político.

8 – Coloca a culpa de praticamente todos os nossos problemas na ditadura militar, esse monstro ilusório que ele criou na cabeça depois de consumir pesadamente as drogas pesadas revisionistas que a esquerda costuma chamar de livros de história, mas que não passam de gibis que narram o período do regime militar em que heróis (os revolucionários que queriam implantar a ditadura cubano-brasileira) salvariam a democracia brasileira das garras dos terríveis torturadores sanguinários da direita, que torturavam pessoas pacíficas e boníssimas, cujo maior mal foi ler o Manifesto Comunista. Karnal diz que, além de matar seres humanos (ele ignora os que foram mortos pela esquerda), a ditadura militar causou um dano na educação brasileira. Qualquer um sabe, porém, que a educação brasileira era infinitamente melhor durante aquele período, e que hoje o analfabetismo funcional reina mesmo dentro das universidades (atingindo marcas de quase 50%), além de batermos recordes negativos sucessivos em testes internacionais. A educação do Brasil acabou, e a responsabilidade está em grande parte nas pedagogias ideológicas sub reptícias e criptocomunistas inseridas nos planos nacionais de educação. A esquerda destruiu a educação, ao mesmo tempo em que promoveu sua ampliação para que a imbecilização pretendida por eles abrangesse todo o contingente das novas gerações, criando legiões de zumbis semi-analfabetos, porém “politizados” e com “visão crítica”.

9 – Afirma, com absoluta certeza, que Deus não existe. O ateísmo convicto é, talvez, um dos mais fáceis diagnósticos de limitação de inteligência. Apesar de reconhecer a inteligência retórica do professor da Unicamp e o domínio que ele tem sobre suas teses, a inteligência metafísica é um ingrediente fundamental para o desenvolvimento pleno da inteligência humana. É o que talvez separa os homens dos meninos. Leandro Karnal é um menino apavorado diante da grandeza do universo de Deus, e, diante desse pavor, prefere se esconder debaixo do cobertor desse ateísmo extremo, que é a negação radical de Deus.

10- Em certo momento ele diz que, o fato de sermos sozinhos, apenas átomos num universo sem dono (andou consumindo ciência de terceira mão), nos dá toda a liberdade humana, o que acaba por lembrar a frase de Dostoiévski: “Se Deus não existe tudo é permitido”. De fato, Dostoiévski tinha toda razão. Para Karnal, tudo é permitido, inclusive ser um comunista disfarçadinho pela linguagem polidinha, acadêmica, que esconde sua raivinha da direita com seu tom e postura soberba, de superioridade olímpica, de onde observa todas as rixas e brigas dos “polarizadores” com total campo de visão, soberano e intocável.


Leandro Karnal é, sem dúvida, um sujeito com qualidades intelectuais acima da média, não que isso seja lá grande coisa num país onde essa média é muito baixa. Mas também é um mentiroso compulsivo, de um cinismo que beira a psicopatia. Leandro Karnal é mais um entre tantos outros. Nada de novo sob o sol.




fonte:
A farsa que é Leandro Karnal | Política Sem Filtro

“O cinema nacional tem uma agenda de esquerda”





O cineasta, que retratou a ditadura militar sem engajamento, abordará a controversa redução da maioridade penal em "Silenciados"

ZÉ ENRICO TEIXEIRA (COM EDIÇÃO DE ALINE RIBEIRO)
22/03/2016 - 19h05 - Atualizado 23/03/2016 12h04

O cineasta Daniel Moreno desconstrói alguns clichês que definem sua profissão. Não tem inclinações ideológicas à esquerda. Não usa óculos de aro grosso, nem camisetas descoladas. Na contramão do cinema nacional, não recorre a financiamento público em suas produções. Aos 40 anos, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, Moreno inaugurou sua fase documental de forma um tanto controversa com "Reparação" (2009), sobre  a história de uma vítima das “vítimas da ditadura”. “Reparação” reconstrói a saga do piloto Orlando Lovecchio Filho, que teve parte da perna amputada por uma bomba colocada no consulado dos Estados Unidos, em São Paulo. O autor do atentado, Diógenes Carvalho de Oliveira, integrava um grupo de extrema esquerda que combatia a ditadura militar, mais tarde anistiado por ter sido prejudicado pela ditadura. Moreno escolheu um momento oportuno para o lançamento do longa-metragem, quando entidades civis e militares discutiam uma possível revisão da Lei da Anistia.
Daniel Moreno  (Foto: Divulgação)

Seguindo a mesma lógica de produzir filmes inflamados para retratar as polêmicas da atualidade, Moreno lançará agora seu segundo documentário, “Silenciados”. Na esteira do debate em torno da maioridade penal, que no ano passado polarizou opiniões, seu novo longa conta o drama de vítimas de adolescentes menores de idade. “Silenciados” traz uma sequencia aterradora de depoimentos de famílias devastadas por crimes crueis, todos cometidos por jovens que, pela legislação atual, não podem ir para a prisão. O caso de maior repercussão é o assassinato de Victor Hugo Deppman, morto na porta de sua casa por causa de um celular. Na época o assaltante tinha 17 anos. Completou 18 anos três dias depois da tragédia.
O filme de Moreno conta um só lado da história. Não aborda outros aspectos, como argumentos de que os jovens infratores são vítimas de um contexto de desigualdade social. Com “Silenciados”, Moreno quer convencer os espectadores de que a proposta para reduzir a maioridade penal, hoje parada no Congresso, precisa avançar.

ÉPOCA – Como foi a decisão de fazer “Silenciados”?
Daniel Moreno –
Os parentes das vítimas de violência são invisíveis para o cinema brasileiro. É muito mais comum ter um filme sobre a família do assassino do que sobre a vítima. Acho isso injusto. Como espectador, isso sempre me incomodou.  Como realizador, decidir retratar essa realidade. Além disso, por que fazer um filme sobre mudança no código penal, sobre redução da maioridade? Porque é um tema com o qual o brasileiro está muito preocupado e, mais uma vez, o cinema não espelha, não reflete a preocupação do brasileiro que paga pelos filmes. Estou fazendo um documentário com o meu dinheiro, mas que espelha a visão dos brasileiros. Isso, na verdade, deveria estar sendo feito por quem usa dinheiro do governo. Essas mães e pais precisam falar. Eles não podem apenas ser manchete do jornal do dia e depois de uma semana ser esquecidos. É uma obrigação do cineasta ouvir essas pessoas.
ÉPOCA – Quantas famílias você ouviu para fazer “Silenciados”?
Moreno –
Ouvi nove histórias, em detalhes, de mães e pais que perderam os filhos assassinados. Além de outros pais de forma menos detalhada.
ÉPOCA – Por que você não ouviu as famílias dos menores infratores? Mostrar o outro lado da história não enriqueceria a discussão?
Moreno –
Tenho uma posição a respeito do tema, mas nem por isso deixei de ouvir as posições contrárias à minha. Fui atrás de representantes da Igreja Católica, de entidades contrárias à redução da maioridade penal. Se ouvir a história de uma mãe que teve a filha morta por um menor de idade, quero ouvir também a opinião de quem está dizendo que esse menor não pode responder. A Igreja Católica não quis gravar. A presidente da Fundação Casa também não. As ONG’s de direitos humanos não me receberam. A única entidade contrária à redução da maioridade penal que enviou um representante para falar comigo foi a Ordem dos Advogados do Brasil. Sempre somos cobrados desse contraponto, mas ninguém quis falar comigo.
ÉPOCA – Existe o risco de o filme ficar muito parcial?
Moreno –
Fui atrás das pessoas e elas não quiseram me responder. Por que a imprensa e a crítica não fazem essa cobrança para as dezenas ou centenas de filmes que são feitos com dinheiro público? Há muitos altamente parciais. Depois que cobrarem deles, aí a gente conversa sobre isso. “Silenciados” é o primeiro documentário brasileiro que dá voz às vítimas dessa violência banal. Não se trata da violência da polícia. Nem do sem-terra que tomou um tiro porque invadiu um terreno. Estou falando do cara que morre no semáforo à toa.
ÉPOCA – Qual é sua posição pessoal a respeito da redução da maioridade penal?
Moreno –
Todo crime deveria ser julgado por si próprio. Não pelo criminoso que o cometeu. É impossível saber se uma pessoa é psicologicamente ou intelectualmente capaz de reconhecer a gravidade do que ela está fazendo. Independentemente se um garoto tem 12 ou 17 anos, se ele comete um assassinato precisa responder pelo assassinato.
ÉPOCA – Nos seus documentários, você aborda temas delicados. Como o público reagiu até agora a eles?
Moreno –
O público em geral, o brasileiro comum, vamos dizer assim, que não está inserido em uma discussão mais acadêmica ou mesmo política, esse responde bem aos temas “mais polêmicos”. Agora, o que eu chamaria de establishment cultural, o establishment universitário, ele tende a ignorar. A crítica cinematográfica também ignora. Ela, na verdade, faz parte desse establishment, ela tem uma identificação ideológica com esse cinema brasileiro que está aí há tanto tempo. Na época do “Reparação”, espalharam que eu tinha recebido dinheiro de militares, o que é ridículo. Eles nem quiseram falar comigo. Então é isso. Essas pessoas pensam que devem isolar o que é diferente, fingir que o diferente não existe. O público que me importa reage bem. Estou fazendo o “Silenciados” para o público, não para a crítica.
ÉPOCA – Você não tem medo de ser tachado de conservador ou reacionário por causa dos temas que aborda?
Moreno –
Não me importo. Acho engraçado um cineasta ser chamado de comunista, todo mundo acha bonito. Morreram 200 milhões de pessoas por causa da ideologia da qual o cara se declara seguidor, e as pessoas acham bonito. O cinema nacional é um cinema de agenda. Uma agenda de esquerda. Se você não se encaixar nessa agenda de esquerda, você está fora. É assim que funciona. E por que as pessoas não falam isso? Porque talvez estejam com medo. Muita gente tem medo da “patrulha”. Pensam: se eu falar isso ou aquilo, não vou mais trabalhar, ninguém vai me contratar. Vi pessoas muito talentosas serem praticamente expulsas do meio porque a agenda delas não é a mesma de quem está aí.


“O cinema nacional tem uma agenda de esquerda”, afirma Daniel Moreno - ÉPOCA | Vida

Católicos de Córdoba apoiam seu Bispo após ataques do lobby gay



MADRI, 24 Ago. 16 / 06:00 am (ACI).

Vários grupos católicos da diocese de Córdoba (Espanha) defenderam o Bispo da diocese andaluza, Dom Demetrio Fernández, depois que anunciaram que a Procuradoria está estudando abrir uma investigação contra ele, depois que criticou a ideologia de gênero.
Há alguns dias, o Prelado afirmou que a ideologia de gênero é uma “bomba atômica que quer destruir a doutrina católica”, afirmação que foi considerada por diversos membros do lobby gay como “homofóbica” e como uma incitação ao ódio.
Além da denúncia ante a Procuradoria, Dom Demetrio Fernández também enfrenta uma campanha de desprestígio nas redes, pois Antonio Hurtado, deputado do PSOE na província de Córdoba, fez um pedido na plataforma Change.org e enviou uma carta ao Papa Francisco na qual explica os pontos principais da denúncia ao Bispo.
Em sua missiva, Hurtado reclama ao Papa “a justa e oportuna atuação para evitar o mal que fazem as declarações do Bispo de Córdoba, Dom Demetrio Fernández, através de cartas e manifestações públicas”.
Por outra parte, o vereador de ‘Ganemos Córdoba’, Alberto de los Ríos, declarou que “as pessoas crentes de Córdoba não merecem ter um bispo talibã que cada vez que tem uma oportunidade faz alegação por escrito de ódio contra mulheres, homossexuais e transexuais”.
Dom Demetrio Fernández segue o Cardeal Cañizares e os Bispos de Getafe e Alcalá de Henares, que alertaram em diversas ocasiões o sua desconformidade e rechaço à ideologia de gênero e às leis derivadas desta que pretendem implantar na Comunidade de Madri, entre outros.
No último dia 14 de julho, a Assembleia da Comunidade de Madri (Espanha) aprovou a lei de Proteção Integral contra a Discriminação por Diversidade Sexual e de Gênero, mais conhecida como Lei Contra a LGTBfobia e pela qual obrigam introduzir a ideologia de gênero nos colégios públicos e de educação concertada (centros de natureza privada, mas subvencionados pelo governo), sendo a maioria destes últimos de inspiração católica, para, desta maneira, “garantir que expliquem a todos os alunos madrilenos a realidade das diferentes orientações sexuais e identidades de gênero”.
Depois dos ataques contra Dom Demetrio Fernández, a Ação Católica Geral de Córdoba (ACG), assim como a delegação de apostolado secular e o grupo de Confrarias enviaram comunicados nos quais manifestam sua “adesão pública ao Bispo de Córdoba”, agradeceram “suas claras e valentes palavras que iluminam aos católicos, especialmente em momentos de confusão ideológica”.
Também expressaram a “conformidade com suas palavras em relação à ideologia de gênero, que pretende uma nova colonização da natureza humana fundada em um pensamento individual que é constituído como autorreferente”.
“É uma revolução contra a natureza humana a qual querem emancipar. Com o lema dos direitos individuais e atrás de uma suposta igualdade, tão invocada atualmente para tudo, conduz a uma nova concepção do homem e uma desconstrução do implante social”, especificaram no comunicado assinado por Salvador Ruiz Pino, presidente de Ação Católica Geral de Córdoba e delegado do apostolado secular da Diocese, assim como Jesus Poyato, consiliário do ACG.
Por sua parte, o Grupo de Confrarias de Córdoba manifestou que as declarações do Bispo “fazem parte de suas funções como referente religioso da Igreja e que, como o próprio Bispo afirma, está em consonância com as diretrizes marcadas pelo Papa”.
Nesse sentido, a ACG recordou que Bento XVI e o Papa Francisco manifestaram em várias ocasiões “sua oposição e desacordo à ideologia de gênero e advertiram as suas consequências negativas”, assim como “Bispos espanhóis e de outros países manifestaram sua total adesão ao Papa, como não pode ser de outra maneira”, e que nesse contexto foram feitas as manifestações do Bispo de Córdoba.
“Recomendamos escutar melhor as palavras dos Pontífices e não usar seu conteúdo segundo o desejo de cada um, assim como não invocar um catolicismo subjetivo e à la carte”, insistem no comunicado de Ação Católica.
“Não estar de acordo com uma ideologia ou qualquer outra colocação não é intolerância, homofobia nem nada parecido. É somente manifestar o desacordo. Não nos está permitido que tenhamos outra opinião?”, questionaram.
“Qualquer pessoa ou instituição invoca sua liberdade de expressão, mas parece que os católicos não são tolerados a manifestar-se contra nada e devemos aceitar acriticamente qualquer postura imposta”, afirmaram do ACG.
Por sua parte, da Associação de Confrarias insiste na defesa “da faculdade de Dom Demetrio Fernández para expressar-se livremente e rechaçam qualquer tipo de ameaça ou linchamento público em meios de comunicação e redes sociais que só tentam condicionar o exercício de um direito próprio e suprimir da vida pública a opinião da Igreja e, desta maneira, de todos os católicos”.
“Desejamos que retirem qualquer tipo de campanha de desprestígio e de intimidação para com o nosso Bispo, pois pretendem limitar a liberdade de exteriorizar a idoneidade de uma lei, tal como fazem em múltiplos âmbitos da vida democrática”, apontam no comunicado emitido do Grupo de Confrarias de Córdoba.
Nesse sentido, depois que vários políticos apoiaram a denúncia ante a lei de Dom Demetrio Fernández, da Ação Católica “convidam os nossos políticos a trabalhar por um mundo digno do homem e fazer um exercício de responsabilidade procurando a verdade e o bem, e não se deixar guiar por preconceitos pessoais, ideológicos ou partidários”.


Católicos de Córdoba apoiam seu Bispo após ataques do lobby gay

Faróis baixos

Mário Saturno *

Desde oito de julho, os veículos são obrigados a trafegar com o farol baixo aceso nas rodovias brasileiras também durante o dia. E o descumprimento é considerado infração média, com a penalidade de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação e multa de R$ 85,13. E 3.000 motoristas já foram multados nas rodovias federais nos três primeiros dias pela Polícia Rodoviária.
Essa medida não é nova, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) recomendava o uso de faróis baixos desde 1998. Isso era feito para tornar os veículos mais visíveis. Acreditavam que is veículos modernos tem formas e cores que os fazem confundir com o ambiente, dificultando a visualização mesmo em condições de boa luminosidade.
Há aqueles acreditam em teorias de conspiração e pensam que a medida visa facilitar a atuação dos radares de velocidade. Obviamente, isso não faz muito sentido, já que os “radares” fixos utilizam sensores instalados na pista e os móveis usam ondas de rádio, o tradicional, ou láseres e o uso de faróis não ajuda nem atrapalha.
Em São Paulo, que é o estado mais organizado, a Polícia Rodoviária e as concessionárias das rodovias orientam os motoristas em praças de pedágio e mensagens em painéis eletrônicos desde a publicação da lei.
Não se pode ignorar que o Brasil apresenta uma taxa de 23,4 mortes no trânsito para cada cem mil habitantes, segundo estimativas divulgadas Organização Mundial de Saúde. Este é o quarto pior desempenho do continente americano atrás de Belize, República Dominicana e Venezuela, que é a campeã do continente com 45,1 mortes por cem mil habitantes. Segundo a OMS, o número de mortos nas estradas em todo o mundo pode chegar a 1 milhão por ano até 2030.
Mais de 90% de mortes no trânsito ocorrem em países que detêm 82% da população mundial, mas apenas 54% de veículos. Entre causas citadas estão a regulamentação inadequada, qualidade ruim das vias e dos veículos e aumento do numero de carros. Os acidentes envolvendo veículos são a nona maior causa de morte no mundo para a faixa etária de 15 a 69 anos.
No Estado de São Paulo, que tem dados confiáveis, a Folha de S. Paulo, solicitou informações usando a Lei de Acesso à Informação, e verificou que metade das mortes nas estradas paulistas nos últimos três anos acontece em apenas 5% do total da malha rodoviária estadual.
São Paulo tem 22 mil km de estradas estaduais, mas os trechos mais fatais limitam-se a 1.082 km, onde morreram 3.111 das 6.222 vítimas registradas em 5.410 acidentes entre 2013 e 2015. Os números referem-se a acidentes que deixaram mortos no local em que aconteceram, incluindo as rodovias concedidas à iniciativa privada.
Embora essas rodovias concentrem dois terços do tráfego das rodovias paulistas, isso não pode ser usado como desculpa, antes como oportunidade para reduzir-se não só a quantidade mas a gravidade dos acidentes e agilidade do socorro. Lembro-me que na década de 1970, um país nórdico pendurava os carros destroçados em acidentes ao longo das rodovias, parece que funcionou!



(*)Mario Eugenio Saturno é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano.


Mario Saturno - Convido a ler meu artigo: Faróis baixos Desde...

Bibliografia sobre o Aborto



Gabriel Arruda 
 
Me mandaram ir estudar, já que sou contra o aborto.
Tá bom, resolvi fazer meu TCC sobre isso. Segue a bibliografia preliminar:

AQUINO, Tomás – Suma Teológica. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2015
ARISTÓTELES – Ética a Eudemo. São Paulo: Edipro, 2015.
ARISTÓTELES – Ética a Nicômaco. 4. ed. São Paulo: Edipro, 2014.
ARISTÓTELES – A Política. 2.ed. Bauru: Edipro, 2009.
ALVIRA, Tomás; CLAVELL, Luís; MELENDO, Tomás - Metafísica. São Paulo: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lúlio”, 2014.
CALABRESE, Antonio – Diritto Penale Canonico. 3.ed. Città del Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2006.
COSTA JÚNIOR, João Batista de O. Por quê, ainda, o abôrto terapêutico? Revista da Faculdade de Direito da USP, São Paulo, v. IX, p. 312-330, 1965. Preleção inaugural dos Cursos Jurídicos da Faculdade de Direito da USP de 1965.
CRUZ, Luiz Carlos Lodi da. A alma do embrião humano: a questão da animação e o fundamento ontológico da dignidade de pessoa do embrião. Anápolis, Múltipla, 2013. Tese de doutorado em Bioética defendida no Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, Roma, em 03 mar. 2013.
CRUZ, Luiz Carlos Lodi da. O princípio da ação com duplo efeito e sua aplicação à gravidez ectópica. Anápolis, Múltipla Gráfica, 2009. Dissertação de Mestrado ("Licenza") apresentada na Faculdade de Bioética do Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, Roma, em 24 abr. 2009.
CRUZ, Luiz Carlos Lodi da. Aborto na rede hospitalar pública: o Estado financiando o crime. Anápolis: Múltipla Gráfica, 2007. Monografia de fim de curso de Direito. Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO. Defendida em 10 nov. 2006.
DINIZ, Maria Helena. "Existe o aborto legal?" In: O estado atual do biodireito. 2. ed. aum. e atual. de acordo com o novo Código Civil (Lei 10.406, de 10-01-2002). São Paulo: Saraiva, 2002.
FRANÇA, Genival Veloso – Fundamentos de Medicina Legal. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
GALEOTTI, Giulia – História do Aborto. Lisboa: Edições 70, 2007.
GARDEIL, Henri-Dominique. Iniciação à Filosofia de São Tomás de Aquino. V.2 – Psicologia, Metafísica. 2 ed. São Paulo: Paulus, 2013
HERVADA, Javier – Lições Propedêuticas de Filosofia do Direito. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2008.
HUNGRIA, Nelson. Comentários ao Código Penal. v.5. Rio de Janeiro: Forense, 1958
JAEGER, Werner – Paideia – a formação do homem grego. 6.ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.
JOLIVET, Regis – Curso de Filosofia. 5.ed. Rio de Janeiro: Agir, 1961.
KACZOR, Christopher – A ética do aborto. São Paulo: Loyola, 2014.
LUISI, Luiz – Os Princípios Constitucionais Penais. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 1991.
MARITAIN, Jacques – Filosofia Moral. 2.ed. Rio de Janeiro: Agir, 1973.
NEMETH, Charles P. - Aquinas on Crime. South Bend: St. Augustine’s Press, 2008.
PAGLIARO, Antonio – Principi di Diritto Penale – Parte generale. 7.ed. Milano: Dott. A. Giuffrè, 2000.
PRADO, Luiz Régis. Curso de Direito Penal Brasileiro. v.2. 10.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011.
REALE JÚNIOR, Miguel – Teoria do Delito. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1998.
SCHOOYANS, Michel – O Aborto: aspectos políticos. Rio de Janeiro: Marques Saraiva, 1993.
SGRECCIA, Elio – Manual de Bioética. v.1. 4.ed. São Paulo: Loyola, 2015.
SINGER, Peter – Ética Prática. 3.ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2002.
STORK, Ricardo Yepes; ECHEVARRÍA, Javier Aranguren – Fundamentos de Antropologia: um ideal de excelência humana. São Paulo: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lúlio”, 2005.
VILLELA, Wilza Vieira; BARBOSA, Regina Maria – Aborto, saúde e cidadania. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
WALTON, Douglas N. - Lógica Informal. 2. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.

Laicismo não é marxismo nem ateísmo

Rafael Nogueira


Ataque mortal contra Thomas Becket.

Um alerta contra a doutrinação que, sem ser religiosa, faz tudo aquilo que condena nas religiões

Se as escolas não podem ser religiosas porque se compreende que isso feriria a liberdade de crença consagrada na Constituição, pergunto-me em que medida a doutrinação ideológica não fere a liberdade de consciência, defendida também pela Constituição? Laicismo que troca padre por ideólogo não é nem nunca foi laicismo.
Não estou forçando a barra. Quando a laicização tornou-se tema importante na França, no séc. XVIII, seu propósito era impedir que o clero interferisse inadequadamente na educação, mas sempre mencionavam, ao mesmo tempo, os nacionalismos exagerados e as doutrinas políticas partidárias. Era uma tentativa de evitar o retorno ao Antigo Regime, e o domínio dos revolucionários extremistas, como era o caso dos jacobinos. Os filósofos mais atentos não queriam que nem um nem outro atuasse no sentido de tolher o livre desenvolvimento da inteligência e da moral das crianças, nem a liberdade das famílias de escolherem suas próprias ideias políticas e crenças religiosas. Se o Estado é laico, e se não há lugar para o tipo religioso de doutrinação em nome da liberdade, não há lugar para NENHUM tipo de doutrinação. Quem duvida disso, leia “Cinco Memórias sobre a Instrução Pública” de Condorcet. Se o tivessem ouvido a tempo, o Terror teria sido evitado.


Meus agradecimentos a Allen Cristhian Arruda pela elaboração da imagem.
 

O ódio de classe social contra classe social, a meu ver, é apenas uma crença. Fomenta-se o ódio classista, como outrora fomentou-se o ódio racista.
Não estou dizendo que não existem classes sociais. Nem que não existam conflitos de interesses entre elas. Mas considerá-la motor único da história e motivação central da vida é coisa para os ideólogos marxistas. A propagação desse ideário é feito por um “clero ateu” que acredita e se compromete com a causa da luta de classes, mas ninguém lhes deu o direito de fazer das crianças seus soldadinhos socialistas inconscientes.
O materialismo histórico não é a palavra final da ciência (e ainda que fosse, poder-se-ia informar, não doutrinar ou obrigar), nem é evidente, nem é a única posição a respeito do mesmo tema. Tampouco é aceito por todas as famílias como explicação da realidade. Nem todos querem matricular seus filhos numa escola para que se transformem em Ches Guevaras. Aliás, muitos pais nem sabem do que se trata, o que impede até sua capacidade de observação desse fato que estou a relatar.
Nas escolas públicas, tal coisa deveria ser absolutamente proibida. E nas particulares, esclarecida. Devem ser acrescidas às propagandas de escolas particulares a informação de que os filhos que ali estudarem acabarão se tornando pequenos Lênins, Stálins, Dirceus, Lulas e até Maos. Esse “clero” não tem direitos a mais que nenhum outro clero. É hora de por em xeque esse ultraje à Constituição e às liberdades essenciais.


Advertência feita por um amigo que considerei correta:
“O nome certo do problema não é doutrinação marxista. Como observava Eric Voegelin, a maior parte dos que se dizem marxistas nunca estudaram Marx direito e são no máximo pseudo-marxistas. Como diz Olavo de Carvalho, não se trata de doutrinação no sentido de ensino sistemático de um corpo de proposições teóricas marxistas demonstradas e encadeadas logicamente; trata-se da transmissão de símbolos, chavões, slogans, mitos, lendas, reações emocionais, vínculos afetivos, etc: trata-se mais de uma iniciação em uma cultura revolucionária do que na formação intelectual marxista.” — Alessandro Cota



fonte:
Laicismo não é marxismo nem ateísmo — Medium

Seguindo a Cenoura - Retrato da Juventude dos Anos 10



Pryscila Aydar

Durante os anos de 2008 e 2009 eu lecionei inglês na melhor escola pública de Uberlândia, a ESEBA – Escola de Educação Básica da Universidade Federal de Uberlândia.  Lecionei para alunos do 6º ao 9º ano e tive uma fantástica experiência profissional, já que a escola federal é muito diferente das estaduais ou municipais: há recursos, há estrutura, há apenas mestres e doutores na docência e o salário é bem acima da média. Foram dois anos intensos e felizes e eu mentiria se dissesse que não sinto saudades...

Hoje – com muito susto – constato que meus pequeninos do 6º ano já são rapazes e moças fazendo faculdade. Todos na UFU, todos lindos, todos descolados e todos muito bem doutrinados... O discurso de esquerda está na ponta língua e eles o repetem dia após dia em seus perfis nas redes sociais, quase que como um mantra: “Empoderamento Feminino”, “Não à sociedade machista e patriarcal”, “Excelente afronta à ‘família tradicional’ brasileira”, “O corpo é meu!”, “Justiça Social”, “Distribuição de renda”, “Homofobia é crime”, “Reaças não passarão”, etc, etc, etc.

Se eu entendo? Até certo ponto sim, pois também já estive neste lugar. Passei por processo semelhante quando entrei na UFU (embora não tão intenso) e sei da pressa que tem a juventude por “mudar o mundo”, conheço sua tendência dificilmente refreável a tudo que é subversivo e compreendo sua necessidade de mostrar-se ‘diferente’. O que me preocupa é que os jovens de hoje – diferentemente dos da minha geração – são expostos cada vez mais cedo às doutrinas sedutoras e falaciosas da esquerda, aquelas que prometem justiça, igualdade e um mundo melhor, mas que não passam de puro engano.  Quem se aprofunda na busca pela verdade um pouquinho que seja, sabe que o que esse “mundo novo” tem a oferecer é apenas miséria e falta de dignidade.

Meus ex-alunos, por exemplo, conhecem a cartilha marxista desde o Ensino Fundamental, seus professores de História e Geografia foram doutores e mestres formados pela UFU dentro dessa mesma cartilha. A maioria deles (alunos) fez o Ensino Médio no IFET – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – e ali, um pouco mais velhos, foram mais fortemente catequizados por professores com formação idêntica e um ávido desejo de fazer discípulos. Para coroar toda uma vida baseada em instrução marxista, entram em uma Universidade Federal e aí o estrago está completo, especialmente para a vida daqueles que optaram por um curso de humanas...

De repente – pais que se gabam de terem dado a melhor educação a seus filhos, que sentem-se afortunados por terem conseguido uma vaga na ESEBA (os sorteios são concorridíssimos), que explodiram de felicidade ao ver os nomes de seus rebentos na lista de  aprovados do IFET e, mais tarde, da UFU – deparam-se com um desconhecido dentro de casa. A menina meiga que ia à igreja todos os domingos e participava ativamente dos trabalhos com a juventude local passa a chamar a todos a seu redor (inclusive os pais) de religiosinhos hipócritas. O menino gentil que passava as tardes jogando vídeo-game prefere agora organizar caravanas para viagens a Brasília, com o intuito de defender a ‘Presidenta’ Dilma (a mesma que está destruindo os negócios de seu pai) dos ‘golpistas’ que querem o Impeachment. Os bate-bocas são intensos, o desprezo pela ‘falta de inteligência’ dos pais torna-se evidente e até o vocabulário muda. O que não muda é a necessidade da mesada, a exigência por um bolso que pague a academia, o smartphone, o curso de francês, a gasolina...

Alerta, pais e mães! Essa doutrinação não é exclusividade de escolas e institutos federais, ela acontece em todo lugar, especialmente em escolas particulares caras e bem conceituadas. Acompanhe os estudos de seu filho, seja VOCÊ o grande influenciador de suas ideias desde a mais tenra infância, não permita que professores tirem o seu protagonismo. Pode ser tarde quando você se der conta de que tem dentro de casa um militantezinho ferrenho (mas que vive pedindo seu carro emprestado. Rs!).

Confesso que minhas esperanças estão mirrando. Cada vez que vejo a postagem de um jovem (ex-aluno ou não) estudante de humanas de alguma Universidade Federal meu coração dói: dentre os meus contatos, nenhum se salva. A Universidade morreu, a erudição que ela representava deixou de existir há décadas, formam-se hoje apenas soldadinhos que leem Rousseau, Nietzsche, Marx, Foucault e Derrida e acham que descobriram a pólvora. Eles saem prontos para espalhar ao mundo o que aprenderam e é assim que nascem os Sakamatos, os Capilés, as Sininhos... e também as Dilmas, os Dirceus, os Paloccis, as Rosários e as Hoffmanns.

Disse lá em cima que até entendo os arroubos de justiça e igualdade que tem a juventude como um todo, o problema é que os jovens desta geração têm cada vez menos chance de sair do labirinto enganoso em que foram colocados. São como cavalos que seguem a cenoura desde que eram potrinhos, incapazes de ver além do que lhes foi ensinado. Triste.

fonte: (Pri)deias: Seguindo a Cenoura - Retrato da Juventude dos Anos 10

11 FILMES QUE MOSTRAM A FACE OBSCURA DO COMUNISMO


Pensei muito em fazer esta lista pelo simples fato de que as pessoas estão com uma ideia muito torpe em relação ao que significa comunismo e o que ele representa, principalmente pelo fato de que elas relacionam este estilo de governo com o Partido dos Trabalhadores (PT). Há no Brasil uma nítida e poderosa campanha de marketing visando a desmoralização deste partido perante a opinião popular, um jogo político baixo feito por outros partidos políticos e grupos econômicos corruptos que visam a tomada do poder manipulando o discernimento popular.
Há uma furiosa negação por parte da população  sobre o comunismo e eu tenho a consciência de que esses filmes podem de alguma forma aumentar esse preconceito, principalmente perante as pessoas que não possuem nenhuma educação política. Então, se você é um ”bolsominion” de plantão não compartilhe isso na sua timeline e nem indique esta lista para ninguém, porque você faz parte da parcela mais escrota da sociedade brasileira e ainda deve-se educar muito para ter no mínimo um senso moral e ético sobre como é viver em sociedade e quem sabe algum dia poder entrar em qualquer discussão, você é um arquétipo de cidadão ignorante simpatizante do nazifascismo que vive num estado de comportamento de rebanho que nada se difere daquele que defende qualquer ditador comunista. Vocês não são contra a corrupção e sim contra o PT.
O que é fato também é a incompetência deste partido (PT). Algo que o fadou ao fracasso em todos os anos que esteve a frente do governo da república brasileira foi a nítida falta de interesse em combater a corrupção que corroeu suas bases e a incompetência em governar. Mas isto não o torna o único culpado pela crise econômica e política que vive o Brasil, o PT é somente ponta do iceberg, todos os partidos possuem seus interesses e a corrupção faz parte das bases de todos eles.
O comunismo como forma de governo falhou em todos os quesitos, mas o comunismo utópico e ideológico não deve ser colocado neste mesmo balaio, ele deve ser discutido e sempre estar presente nas ecléticas maneiras de governar com todas as ideologias que diversos políticos e cidadãos possuem. Nada pode ser autoritário, e nada, simplesmente nada, pode ser a verdade absoluta. Política sem razão é barbárie.
Esta lista é dedicada aqueles que possuem o senso de utopia do comunismo e por causa disso acham que o estilo de governo comunista é o ideal, não é bem assim. Esses filmes não são tendenciosos e não fazem parte dos milhares de filmes feitos para denigrir o comunismo deturpando fatos históricos.
A lista está disposta em ordem cronológica.

11- A Revolução Dos Bichos (Animal Farm, 1954) de John Halas, Joy Batchelor/ País: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte

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Sinopse: Desenho animado produzido na Inglaterra que faz adaptação do clássico de George Orwell, a obra que narra a história do fazendeiro Jones, um homem beberrão e cruel que explora seus animais. Revoltados com seu proprietário, os animais se organizam e tomam posse das terras, passando a controlar o lugar e decretando uma série de novas regras. Os porcos, no entanto, querem uma sociedade ideal por meio da opressão, o que faz surgir uma revolução. Essa obra é uma poderosa crítica ao regime comunista stalinista.

10- O Baile dos Bombeiros (Horí, má panenko, 1967) de Miloš Forman/ País: Tchecoslováquia

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Sinopse: Sátira política da então Tchecoslováquia nos tempos da Cortina de Ferro. Em uma pequena cidade, o Corpo de Bombeiros organiza uma grande festa para comemorar os 86 anos do ex-chefe do departamento. Um ladrão e as candidatas nada atraentes do “Miss Corpo de Bombeiros” mudam os rumos da celebração.

 09- A Confissão (L’Aveu, 1970) de Costa-Gavras/ País: França, Itália

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Sinopse: Anton Ludvik é vice-ministro das Relações Exteriores da Tchecoslováquia. Um dia, sem explicações, ele é preso e jogado numa solitária. Depois de enfrentar terríveis torturas psicológicas, Anton, um político fiel ao governo, vê-se forçado a se declarar traidor. O filme é um libelo contra o totalitarismo.

08- A Minha Pequena Aldeia (Vesnicko Má Stredisková, 1986) de Jirí Menzel/ País: Tchecoslováquia

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Sinopse: Critica velada da sociedade socialista, mostrada numa divertida comedia ambientada em pequena aldeia da entao Tchecoslovaquia, durante o regime comunista. Filme do consagrado diretor Jiri Menzel ganhou varios premios, inclusive indicacao para Oscar.

07- Interrogatório (Przesluchanie, 1989) de Ryszard Bugajski/ País: Polônia

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Sinopse: Tonia, uma cantora de cabaret inexplicavelmente presa por autoridades polonesas, se vê em um dilema entre manter-se viva ou contar a verdade. Enquanto a postura de Tonia assegura sua posição como uma vítima do regime vigente, a brutalidade masculina adotada por seus interrogadores traça um paralelo com a governo opressor de Stalin.

06- Chequista (Чекист / Chekist, 1992) de Aleksandr Rogozhkin/ País: Rússia

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Sinopse: Srubov é membro da CHEKA, a polícia secreta que Lenin estabeleceu após a Revolução Bolchevista. Ela prende, entrevista e executa intelectuais, aristocratas, judeus, clérigos e suas famílias. No porão do prédio, cinco pessoas de uma vez são alvejadas enquanto elas ficam nuas de frente para portas de madeira. Ninguém para lembrar suas últimas palavras; Nenhum mártir, apenas corpos desconhecidos. Diariamente, o tribunal ilegal, as execuções, o carregamento de corpos nos vagões. Srubov, é chequista, está frio, distante, sexualmente disfuncional e profundamente pensante, odiado por antigos amigos e sua família. Ao tentar raciocinar sobre a natureza da revolução e o propósito da CHEKA, ele lentamente vai perdendo a sanidade mental.

05- Adeus, Lenin! (Good Bye Lenin!, 2003) de Wolfgang Becker/ País: Alemanha

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Sinopse: Em 1989, pouco antes da queda do muro de Berlim, a Sra. Kerner (Katrin Sab) passa mal, entra em coma e fica desacordada durante os dias que marcaram o triunfo do regime capitalista. Quando ela desperta, em meados de 1990, sua cidade, Berlim Oriental, está sensivelmente modificada. Seu filho Alexander (Daniel Brühl), temendo que a excitação causada pelas drásticas mudanças possa lhe prejudicar a saúde, decide esconder-lhe os acontecimentos. Enquanto a Sra. Kerner permanece acamada, Alex não tem muitos problemas, mas quando ela deseja assistir à televisão ele precisa contar com a ajuda de um amigo diretor de vídeos.

04- A Vida dos Outros (Das Leben der Anderen, 2006) de Florian Henckel von Donnersmarck/ País: Alemanha

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Sinopse: Georg Dreyman (Sebastian Koch) é o maior dramaturgo da Alemanha Oriental, sendo por muitos considerado o modelo perfeito de cidadão para o país, já que não contesta o governo nem seu regime político. Apesar disto o ministro Bruno Hempf (Thomas Thieme) acha por bem acompanhar seus passos, para descobrir se Dreyman tem algo a esconder. Ele passa esta tarefa para Anton Grubitz (Ulrich Tukur), que a princípio não vê nada de errado com Dreyman mas é alertado por Gerd Wiesler (Ulrich Mühe), seu subordinado, de que ele deveria ser vigiado. Grubitz passa a tarefa a Wiesler, que monta uma estrutura em que Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland (Martina Gedeck), são vigiados 24 horas. Simultaneamente o ministro Hempf se interessa por Christa-Maria, passando a chantageá-la em troca de favores sexuais.

03- Contos da Era Dourada (Amintiri Din Epoca de Aur, 2009) de Constantin Popescu, Cristian Mungiu, Hannö Hofer, Ioana Uricaru, Razvan Marculescu/ País: França, Romênia

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Sinopse: Estudo bem-humorado sobre o “jeitinho” romeno, filme mostra a criatividade com que pessoas comuns desenvolvem esquemas para contornar os absurdos do cotidiano, como na época do regime de Nicolae Ceausescu (1918-1989). Uma fina ironia percorre seis episódios que baseiam-se em “lendas urbanas” do período que o governo comunista romeno definia como “a era do ouro”. Seleção Um Certo Olhar do Festival de Cannes 2009.

02- A vala (Jiabiangou, 2010) de Bing Wang/ País: China

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Sinopse: No final da década de 1950, o governo chinês condenou aos campos de trabalho forçado milhares de cidadãos considerados “dissidentes de direita” – seja por suas antigas atividades, por críticas ao Partido Comunista ou simplesmente por causa de suas origens familiares. Cerca de três mil intelectuais pobres ou de classe média da província de Gansu, deportados para serem reeducados no Campo de Jiabiangou, no oeste da China, no coração do deserto de Gobi, há milhares de quilômetros de suas famílias e entes queridos, foram obrigados a se submeter a condições de miséria absoluta. Como resultado do árduo trabalho físico, de um clima implacavelmente extremo e da terrível escassez de alimentos, muitos pereceram nas valas noturnas onde dormiam. Em seu primeiro longa de ficção, Wang recria vividamente as circunstâncias brutais do campo, onde os prisioneiros trabalham no limite da resistência humana. Os prisioneiros parecem resignados à morte, até surgir uma mulher em busca de seu marido, que infunde em alguns deles o desejo de planejar uma fuga. Baseado em entrevistas com sobreviventes e no livro de Yang Xianhui intitulado Goodbye, Jiabiangou.

01- Walesa (2013) de Andrzej Wajda/ País: Polônia

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Sinopse: Polônia , 1970, Lech Walesa luta pela revolução do povo Polonês frente à invasão Comunista no país. Um drama baseado em uma história real, em que a voz e a garra de um homem alcançaram repercussões mundiais.
Retrata a vida e a luta do ganhador do Prêmio Nobel da Paz, e fundador do Movimento Solidário Polônes, Lech Walesa.


fonte:
11 FILMES QUE MOSTRAM A FACE OBSCURA DO COMUNISMO – Cinema e Fúria

Esta é a visão de Bento XVI sobre o que deveria ser uma universidade



Imagem referencial / Foto: Flickr Universidade de Navarra (CC-BY-ND-2.0)
Roma, 30 Mai. 16 / 06:00 pm (ACI).-

Na exposição organizada pela Fundação Vaticana Joseph RatzingerBento XVI, “Universidade sem humanismo? O impulso de Joseph Ratzinger, Bento XVI”, o professor Lorenzo Ornaghi, politólogo italiano e ex-ministro de bens e atividade cultural, explicou a visão do Papa Emérito sobre a universidade como “um lugar de produção, de investigação científica e de autêntica cultura”.
Ornaghi assinalou que para o Papa Emérito, “as universidades não só têm o poder para ajudar a deter o declive da cultura e do pensamento ocidental, como também se encontram no momento histórico propício para fazê-lo”.

Bento XVI considera que “o futuro da Europa depende” da cultura porque esta “não é só uma rede de ideias, mas sim produz acontecimentos, orienta comportamentos e contribui na criação de atitudes individuais e coletivas”.

“A crescente debilidade cultural da Europa é uma das causas que contribuem para sua decadência política objetiva e crescentes dificuldades econômicas. A tarefa da universidade é para combater e na medida do possível reverter o processo de deterioração do qual a Europa é a vítima ou o autor mais ou menos inconsciente”, manifestou o ex-ministro.

O também ex-reitor da Universidade Católica do Sagrado Coração assinalou que a preocupação principal de Bento XVI sobre a investigação científica é que “a razão, a ratio (a mais importante garantia da unidade de desenvolvimento do pensamento ocidental), é encerrada em uma ciência, ou mais frequentemente em uma pseudociência, que se ocupa só do que é quantitativo, mensurável e que se avalia em função de sua utilidade social”.

Ornaghi indicou que, segundo o Papa Emérito, se “queremos deter a deterioração do pensamento e da cultura ocidental é necessário ampliar a razão para que abranja toda a realidade e não somente um fragmento”. Quando isto acontece, “a razão se encontra com a fé, que constitui a melhor garantia da unidade do saber e que é a premissa indispensável do humanismo”.

Acrescentou que se o humanismo desaparece das investigações científicas, estas se empobrecem e se reduzem ao que a sociedade considere como útil. Portanto, “o humanismo – que está baseado na antropologia cristã – deve saber responder aos desafios do tempo moderno”.
“Se a cultura da Europa perde suas raízes humanistas, se tornará incapaz de interpretar as tendências básicas das mudanças e não poderá orientá-las. Também fará que os povos protagonistas da história e as pessoas relevantes do desenvolvimento histórico se convertam em objetos ou atores completamente irrelevantes”, explicou o politólogo italiano.

Por isso – prosseguiu –, Bento XVI indica que o grande desafio da universidade é “assegurar-se de que o humanismo também responda aos desafios da investigação científica, em todos os campos”.
Por outro lado, Ornaghi expôs as duas propostas do Papa Emérito para as universidades: a razão e as minorias criativas.

A primeira porque “impede que a precária paz entre os valores que acreditam ser todos iguais entre si e que são contraditórios dentro da sociedade”.

A segunda proposta de Bento XVI para a universidade é formar pequenos grupos criativos humanistas que tenham a capacidade de orientar as mudanças na universidade porque quando, “a sociedade se bloqueia, a arte criativa sobrevive e toma nova forma”.

fonte: Esta é a visão de Bento XVI sobre o que deveria ser uma universidade

Lista de Clérigos-cientistas Católicos e suas descobertas científicas.

 

 

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(Monsenhor Georges Lamaítre, padre
e cientista – Pai da Teoria do Big Bang)

José de Acosta (1539-1600) – missionário jesuíta e naturalista que escreveu uma das primeiras descrições detalhadas e realistas do Novo Mundo
François d’Aguilon (1567-1617) – matemático jesuíta belga, físico e arquiteto.
Alberto da Saxônia (filósofo) (c. 1320-1390) – bispo alemão conhecido por suas contribuições à lógica e à física, com Buridan ele ajudou a desenvolver a teoria que foi um precursor da moderna teoria da inércia
Alberto Magno (c. 1206-1280) – “Um dos precursores mais famosos da ciência moderna na Alta Idade Média,”. 6 padroeiro das ciências naturais. Trabalhos em física, lógica, metafísica, biologia e psicologia.
José María Algué (1856-1930) – meteorologista que inventou um barômetro para detecção de tempestades
José Antonio de Alzate y Ramírez (1737-1799) – cientista, cartógrafo, historiador, meteorologista, escreveu mais de trinta tratados sobre uma variedade de assuntos científicos
Francesco degli Castracane Antelminelli (1817-1899) – botânico que foi um dos primeiros a introduzir microfotografias para o estudo da biologia
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(Gregor Mendel, monge agostiniano e geneticista)

Giovanni Antonelli
 (1818-1872) – Diretor do Observatório Ximenian de Florença, colaborou na concepção de um protótipo de motor de combustão interna
Nicolò Arrighetti (1709-1767) – Escreveu tratados sobre a luz, calor e eletricidade.
Giuseppe Asclepi (1706-1776) – astrônomo e médico, diretor do Observatório do Collegio Romano; A cratera lunar Asclepi foi nomeada em sua homenagem.
Roger Bacon (c. 1214-1294) – contribuições significativas para a matemática e ótica; precursor do moderno método científico.
Bernardino Baldi (1533-1617) – matemático e escritor
Eugenio Barsanti (1821-1864) – possível inventor do motor de combustão interna
Bartholomeus Amicus (1562-1649) – Escreveu sobre filosofia, matemática, astronomia e o conceito de vácuo e sua relação com Deus.
Daniello Bartoli (1608-1685) – Bartoli e companheiro o astrônomo jesuíta Niccolò Zucchi são creditados como tendo provavelmente sido os primeiros a ver o cinto equatorial do planeta Júpiter
Joseph Bayma (1816-1892) – conhecido por seu trabalho na estereoquímica e matemática
Giacopo Belgrado (1704-1789) – Trabalhos experimentais em física, professor de matemática e física
Mario Bettinus (1582-1657) – filósofo jesuíta, matemático e astrônomo; a cratera lunar Bettinus leva seu nome
Giuseppe Biancani (1566-1624) – astrônomo jesuíta, matemático e selenógrafo; responsável pela nomeação da cratera lunar Blancanus
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   Pierre Gassendi
Jacques de Billy (1602-1679) – produziu uma série de resultados em teoria dos números os quais foram nomeados em sua homenagem, publicou diversas tabelas astronômicas; responsável pela nomeação da cratera nular Billy.
Paolo Boccone (1633-1704) – botânico de Cister, que contribuiu para os campos da medicina e toxicologia
Bernard Bolzano (1781-1848) – Matemático e logicista; outros interesses incluíram o estudo de metafísica, idéias, sensações e a verdade.
Anselmus de Boodt (1550-1632) – Um dos fundadores da mineralogia
Teodorico Borgognoni (1205-1298) – Cirurgião Medieval que fez contribuições importantes para a prática de anti-sépticos e anestésicos
Christopher Borrus (1583-1632) – Matemático e astrônomo, que fez observações sobre a variação magnética da bússola
Ruđer Bošković (1711-1787) – Muitas vezes creditado como o pai da teoria atômica moderna, “Uma das grandes figuras intelectuais de todas as idades”; polímata, “o maior gênio que a Jugoslávia já produziu”, escreveu muitos importantes tratados científicos; “desenvolveu o primeiro método geométrico para calcular a órbita de um planeta com base em três observações de sua posição.” 7
Joachim Bouvet (1656-1730) – Jesuítas sinólogo e cartógrafo que desenvolveu o seu trabalho na China

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(Willian de Ockham,  frade franciscano.
folósofo, lógico e teólogo escolástico inglês)
Michal Boym (c. 1612-1659) – Um dos primeiros ocidentais a viajar dentro do continente chinês e autor de numerosas obras sobre a fauna asiática, flora e geografia.
Thomas Bradwardine (c. 1290-1349) – matemático que contribuiu para o teorema de velocidade média, um dos Calculistas de Oxford
Henri Breuil (1877-1961) – arqueólogo, etnólogo, antropólogo e geólogo.
Jan Brozek (1585-1652) – polímata polonês, matemático, astrônomo e médico, o mais proeminente matemático polonês do século 17
Louis-Ovide Brunet (1826-1876) – Um dos fundadores da botânica canadense
Francesco di Faà Bruno (c. 1825-1888) – matemático beatificado pelo Papa João Paulo II
Giordano Bruno (1548-1600) – filósofo dominicano, matemático e astrônomo que acreditava que o universo é infinito.
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(São Alberto Magno, filósofo, escritor,
alquimista, astrólogo e músico)
Ismaël Bullialdus (1605-1694) – astrônomo e membro da Royal Society, a cratera Bullialdus é nomeada em sua honra
Jean Buridan (c. 1300 – depois de 1358) – idéias iniciais de impulso e movimento inercial, plantou as sementes da revolução copernicana na Europa
Niccolò Cabeo (1586-1650) – matemático jesuíta, a cratera Cabeus é nomeada em sua honra
Nicholas Callan (1799-1846) – Mais conhecido por seu trabalho sobre a bobina de indução
Jean Baptiste Carnoy (1836-1899) – fundador da ciência da citologia
Giovanni di Casali (morto em c. 1375) – apresentou uma análise gráfica do movimento dos corpos acelerados
Paolo Casati (1617-1707) – matemático jesuíta que escreveu sobre astronomia e aspiradores; A cratera lunar Casatus é nomeado em sua honra.
Laurent Cassegrain (1629-1693) – Provável nomeador do telescópio Cassegrain, A cratera Cassegrain é nomeada em sua honra
Benedetto Castelli (1578-1643) – matemático beneditino; amigo e apoiador de Galileu Galilei, que foi seu professor; escreveu um importante trabalho sobre fluidos em movimento
Bonaventura Cavalieri (1598-1647) – Ele é conhecido por seu trabalho sobre os problemas da óptica e do movimento, o trabalho sobre os precursores do cálculo infinitesimal, e a introdução dos logaritmos na Itália. O Princípio de Cavalieri na geometria parcialmente antecipou o cálculo integral, a cratera lunar Cavalerius é nomeada em sua honra
Antonio José Cavanilles (1745-1804) – espanhol, botânico taxonômista líder do século 18
Francesco Cetti – (1726-1778) – zoólogo jesuíta e matemático
Tommaso Ceva (1648-1737) – matemático jesuíta e professor que escreveu tratados sobre a geometria, a gravidade, e aritmética
Christopher Clavius (1538-1612) – Respeitado jesuíta astrônomo e matemático que liderou a comissão que produziu o calendário gregoriano, escreveu livros astronômicos influentes.
Guy Consolmagno (1952 -) – jesuíta astrônomo e cientista planetário
Nicolau Copérnico (1473-1543) – astrônomo renascentista famoso por sua cosmologia heliocêntrica que colocou em movimento a revolução copernicana
Vincenzo Coronelli (1650-1718) – cosmógrafo franciscano, cartógrafo, enciclopedista e criador de globos
George Coyne (1933 -) – astrônomo jesuíta e ex-diretor do Observatório do Vaticano
James Cullen (matemático) (1867-1933) – matemático jesuíta que publicou o que agora são conhecidos como Números de Cullen na teoria dos números

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(Critóvão Clávio, jesuíta matemático alemão)
James Curley (astrônomo)
 (1796-1889) – primeiro diretor do Observatório de Georgetown, determinou a latitude e a longitude de Washington DC
Albert Curtz (1600-1671) – astrônomo jesuíta que expandiu os trabalhos de Tycho Brahe e contribuiu para o entendimento inicial da lua; A cratera lunar Curtius é nomeada em sua homenagem.
Johann Baptist Cysat (1587-1657) – matemático e astrônomo jesuíta, a cratera lunar Cysatus é nomeada em sua homenagem; publicou o primeiro livro impresso europeu sobre o Japão, um dos primeiros a fazer uso do telescópio recém-desenvolvido; A obra mais importante foi em cometas

Ignazio Danti (1536-1586) – matemático dominicano, astrônomo, cosmógrafo e cartógrafo
Armand David (1826-1900) – zoólogo e botânico que fez um trabalho importante em ambas as áreas na China
Charles-Michel de l’Épée (1712-1789) – Conhecido como o “pai dos surdos” estabeleceu a primeira escola livre para os surdos no mundo
Francesco Denza (1834-1894) – Meteorologista, astrônomo e diretor do Observatório Vaticano
Václav Prokop Divis (1698-1765) – Estudou o pára-raios independente de Franklin; construiu o primeiro instrumento musical eletrificado na história
Johann Dzierzon (1811-1906) – pioneiro apicultor que descobriu o fenômeno da partenogênese entre abelhas, e projetou a primeira colméia de quadro móvel; tem sido descrito como o “pai da apicultura moderna”
Honoré Fabri (1607-1688) – matemático e físico jesuíta
Jean-Charles de la Faille (1597-1652) – matemático jesuíta que determinou o centro de gravidade do setor de um círculo, pela primeira vez
Gabriele Falloppio (1523-1562) – Um dos mais importantes anatomistas e médicos do século XVI. As trompas de Falópio, que se estendem desde o útero até os ovários, são nomeadas em sua homenagem.

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Nícolau de Cuso, cardeal católico, filósofo
autor do Códice Cusano entre outros)

Gyula Fényi
 (1845-1927) – astrônomo jesuíta e diretor do Observatório Haynald, conhecido por suas observações do sol; A cratera lunar Fényi é nomeada em sua homenagem
Louis Feuillée (1660-1732) – Explorador, astrônomo, geógrafo e botânico
Plácido Fixlmillner (1721-1791) – padre beneditino e o primeiro astrônomo a calcular a órbita de Urano
Paolo Frisi (1728-1784) – matemático e astrônomo que fez um trabalho importante na hidráulica
José Gabriel Funes (1963 -) – astrônomo jesuíta e atual diretor do Observatório do Vaticano
Joseph Galien (1699 – c. 1762) – professor dominicano que escreveu sobre aeronáutica, chuvas de granizo e aeronaves
Jean Gallois (1632-1707) – estudioso francês e membro da Académie des Sciences
Pierre Gassendi (1592-1655) – astrônomo e matemático francês que publicou os primeiros dados sobre o trânsito de Mercúrio; mais conhecido pelo projeto intelectual que tentou conciliar o atomismo epicurista com o Cristianismo
Agostino Gemelli (1878-1959) – médico e psicólogo franciscano; fundador da Universidade Católica do Sagrado Coração, em Milão
Johannes von Gmunden (c. 1380-1442) – matemático e astrônomo que compilou tabelas astronômicas; O asteróide 15955 Johannesgmunden é nomeado em sua honra
Carlos de Sigüenza y Góngora (1645-1700) – Polímata, matemático, astrônomo e cartógrafo, desenhou o primeiro mapa de toda a Nova Espanha
Andrew Gordon (beneditinos) (1712-1751) – monge beneditino, físico e inventor que fez o primeiro motor elétrico
Christoph Grienberger (1561-1636) – astrônomo jesuíta; a cratera lunar Gruemberger é nomeada em sua homenagem; verificou a descoberta de Galileu das luas de Júpiter.
Francesco Maria Grimaldi (1618-1663) – Descobriu a difração da luz, e na verdade inventou o termo “difração”; investigou a queda livre de objetos; construiu e utilizou instrumentos para medir as características geológicas da Lua
Robert Grosseteste (C. 1175-1253) – Um dos homens mais instruídos da Idade Média, tem sido chamado de “o primeiro homem a escrever um conjunto completo de etapas para a realização de um experimento científico.” 8
Roberto Landell de Moura (1861 – 1928) Padre Brasileiro considerado o Patrono dos Radioamadores do Brasil e o Pai Brasileiro do Rádio. Foi possivelmente o primeiro a transmitir voz humana por rádio com sucesso
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(Nicolaus Steno foi um bispo católico dinamarquês e cientista
pioneiro nos campos da anatomia e da geologia. Beatificado por
S. João Paulo II)
Paulo Guldin (1577-1643) – jesuíta matemático e astrônomo que descobriu o teorema Guldinus para determinar a superfície e o volume de um sólido de revolução
Bartolomeu de Gusmão (1685–1724) – Conhecido por seu trabalho pioneiro no projeto de dirigíveis mais leves que o ar
Johann Georg Hagen (1847–1930) – Diretor do observatório Georgetown e do Observatório Vaticano; A cratera lunar Hagen é nomeada em sua homenagem.
Nicholas Halma (1755–1828) – French mathematician and translator
Jean-Baptiste du Hamel (1624–1706) – Filósofo naturalista francês e secretário da Académie Royale des Sciences
René Just Haüy (1743–1822) – Pai de [cristalografia]
Maximilian Hell (1720–1792) – Jesuíta astrônomo e diretor do Observatório de Viena, a cratera lunar Inferno cratera é nomeada em sua homenagem.
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(Athanasius Kircher, jesuíta, matemático, físico,
alquimista e inventor alemão)
Michał Heller (1936– ) – Ganhador do Prêmio Templeton e escritor prolífico sobre numerosos temas científicos
Lorenz Hengler (1806–1858) – Muitas vezes creditado como o inventor do pêndulo horizontal
Hermann of Reichenau (1013–1054) – Teórico da música, historiador, astrônomo e matemático
Pierre Marie Heude (1836–1902) – Missionário jesuíta e zoólogo que estudou a história natural da Ásia Oriental
Franz von Paula Hladnik (1773–1844) – Botânico que descobriu diversas novas espécies de plantas; certos gêneros foram nomeados em sua homenagem
Giovanni Battista Hodierna (1597–1660) – O astrônomo que catalogou objetos nebulosos e desenvolveu um microscópio primitivo
Victor-Alphonse Huard (1853–1929) – Naturalista, escritor, educador e promotor das ciências naturais
Maximus von Imhof (1758–1817) – Físico agostiniano alemão e diretor da Academia de Ciências de Munique
Giovanni Inghirami (1779–1851) – Astrônomo italiano; há um vale na Lua com o seu nome, bem como uma cratera
François Jacquier (1711–1788) – Matemático e físico franciscano; na sua morte, ele estava conectado com quase todas as grandes sociedades científicas e literárias da Europa
Stanley Jaki (1924–2009) – Sacerdote beneditino e escritor prolífico, que escreveu sobre a relação entre ciência eteologia
Ányos Jedlik (1800–1895) – Engenheiro beneditino, físico e inventor, considerado pelos húngaros e eslovacos como o pai desconhecido do dínamo e motor elétrico
Georg Joseph Kamel (1661–1706) – Missionário jesuíta e botânico que estabeleceu a primeira farmácia nas Filipinas
Otto Kippes (1905–1994) – Reconhecido por seu trabalho no cálculo da órbita de asteróides, o cinturão de asteróides Kippes 1780 foi nomeado em sua homenagem
Athanasius Kircher (1602–1680) – O pai da egiptologia; “Mestre de uma centena de artes”, escreveu uma enciclopédia da China; uma das primeiras pessoas a observar os micróbios através de um microscópio
Wenceslas Pantaleon Kirwitzer (1588–1626) – Astrônomo jesuíta e missionário, que publicou observações de cometas
Jan Krzysztof Kluk (1739–1796) – Naturalista engenheiro agrônomo e entomologista que escreveu em polonês uma obra de vários volumes sobre a vida animal
Sebastian Kneipp (1821–1897) – Um dos fundadores do movimento da medicina naturopática
Marian Wolfgang Koller (1792–1866) – Professor que escreveu sobre astronomia, física e meteorologia
Franz Xaver Kugler (1862–1929) – Químico jesuíta , matemático que é mais conhecido pelos seus estudos de tabuletas cuneiformes e astronomia babilônica
Eugène Lafont (1837–1908) Jesuíta, físico, astrônomo e fundador da primeira Sociedade Científica na Índia
Antoine de Laloubère (1600–1664) – O primeiro matemático para estudar as propriedades da hélice
Bernard Lamy (1640–1715) – Filósofo e matemático que escreveu sobre a correlação de forças
Pierre André Latreille (1762–1833) Entomologista cujos trabalhos descrevendo insetos atribuíram muitos dos taxa de insetos ainda em uso hoje
Georges Lemaître (1894–1966) – Pai da Teoria do Big Bang
Thomas Linacre (c. 1460–1524) – Tradutor humanista e médico
Francis Line (1595–1675) – Produtor do relógio magnético e relógio de sol; não concordou com algumas das descobertas de Newton e Boyle

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(Representação medieval de um terra
esférica)
Juan Caramuel y Lobkowitz (1606–1682) – Prolífico escritor em uma variedade de assuntos científicos; um escritor dos primeiros escritores sobre sobreprobabilidade
Jean Mabillon (1632–1707) – Monge beneditino e erudito, considerado o fundador da paleografia e diplomática
James B. Macelwane (1883–1956) – “O mais conhecido sismólogo jesuítas”e “um dos praticantes mais honrados da ciênciade de todos os tempos”, escreveu o primeiro livro em sismologia da América.
Paul McNally (1890–1955) – Jesuíta astrônomo e diretor do Observatório de Georgetown; A cratera lunar McNally leva seu nome.
Pierre Macq (1930– ) – Físico que foi galardoado com o Prémio de Ciências Exatas Francqui por seu trabalho em física nuclear experimental
Manuel Magri (1851–1907) – Etnógrafo jesuíta, arqueólogo e escritor, um dos pioneiros na arqueologia de Malta
Emmanuel Maignan (1601–1676) – Físico e professor de medicina, que publicou trabalhos sobre “gnomonics” e perspectiva
Charles Malapert (1581–1630) – Jesuíta escritor, astrônomo e proponente da cosmologia aristotélica, também conhecido por observações de manchas solares e da superfície lunar; a cratera lunar Malapert leva seu nome
Nicolas Malebranche (1638–1715) – Filósofo que estudou física, ótica e as leis do movimento; divulgador das idéias deDescartes e Leibniz
Marcin of Urzędów (c. 1500–1573) – Médico, farmacêutico e botânico
Joseph Maréchal (1878–1944) – Jesuíta filósofo e psicólogo
Marie-Victorin (1885–1944) – Botânico mais conhecido como o pai do Jardin Botanique de Montréal
Edme Mariotte (c. 1620–1684) – O físico que reconheceu a Lei de Boyle e escreveu sobre a natureza da cor
Francesco Maurolico (1494–1575) – Contribuições para os campos da geometria, ótica, cônicas, mecânica, música e astronomia; deu a primeira prova conhecida por indução matemática
Christian Mayer (astronomer) (1719–1783) – Astrônomo jesuíta mais notável pelo estudo pioneiro de estrelas binárias
Gregor Mendel (1822–1884) – Monge agostiniano e pai da genética
Pietro Mengoli (1626–1686) – Matemático que foi o primeiro a propor o famoso problema da Basiléia
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(Ruđer Josip Bošković, mais conhecido como
Ruggiero Giuseppe Boscovich, foi um jesuíta,
físico, astrônomo, matemático, filósofo, diplomata e poeta.)
Giuseppe Mercalli (1850–1914) – Vulcanólogo e diretor do Observatório do Vesúvio, mais lembrado hoje pela sua escala de Mercalli para medir terremotos, que ainda está em uso
Marin Mersenne (1588–1648) – Filósofo, matemático e teórico da música, que é muitas vezes referido como o “pai da acústica”
Paul of Middelburg (1446–1534) – Escreveu importantes obras sobre a reforma do calendário
Maciej Miechowita (1457–1523) – Escreveu a primeira descrição geográfica e etnográfica exata da Europa do Leste, também escreveu dois tratados médicos
François-Napoléon-Marie Moigno (1804–1884) – Jesuíta físico e matemático, foi um expositor da ciência e tradutor, em vez de um investigador original
Juan Ignacio Molina (1740–1829) – Jesuíta naturalista, historiador, botânico, ornitologista e geógrafo
Louis Moréri (1643–1680) – Enciclopedista do século 17
Théodore Moret (1602–1667) – Jesuíta matemático e autor da primeira dissertação matemática defendida em Praga; a cratera Moretus leva seu nome
Landell de Moura (1861–1928) – Inventor que foi o primeiro a realizar a transmissão da voz humana por uma máquina sem fio
Gabriel Mouton (1618–1694) – Matemático, astrônomo, e dos primeiros defensores do sistema métrico
Jozef Murgaš (1864–1929) – Contribuiu para telegrafia sem fio e ajudou a desenvolver as comunicações móveis e a transmissão sem fio de informações e da voz humana
José Celestino Mutis (1732–1808) – Botânico e matemático que liderou a “Expedição botânica real” do Novo MundoAntonio Neri (1576–1614) – Herbalista, alquimista, e vidreiro
Jean François Niceron (1613–1646) – Matemático que estudou óptica geométrica
Nicholas of Cusa (1401–1464) – Cardeal, filósofo, jurista, matemático e astrônomo, um dos grandes gênios e polímatasdo século 15
Julius Nieuwland (1878–1936) – Sacerdote da Santa Cruz , conhecido por suas contribuições à pesquisa de acetileno e sua utilização como base para um tipo de borracha sintética, o que eventualmente levou à invenção de neoprene pela DuPont
Jean-Antoine Nollet (1700–1770) – O físico que descobriu o fenômeno da osmose em membranas naturais
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(Robert Grosseteste (Stradbroke, condado de Suffolk, 1168 – 9 de outubro de 1253), foi a figura central do importante movimento intelectual da primeira metade do século XIII na Inglaterra. Foi apelidado de Grosseteste pela sua extraordinária capacidade intelectual (Grosse = grande + teste = cabeça)1 . Tinha grande interesse no mundo natural e escreveu textos sobre som, astronomia, geometria e, especialmente, óptica. Primeiro estudioso europeu a dominar as linguas grega e hebraica. Dava ênfase à matemática como ferramenta para estudar a natureza e defendia que experimentos deveriam ser usados para verificar as teorias a respeito da mesma.)

Hugo Obermaier
 (1877–1946) – Ilustres arqueólogo e antropólogo, que é conhecido por seu trabalho de estudo da difusão da humanidade na Europa durante a Idade do Gelo, e em ligação com a arte rupestre do norte espanhol
William de Ockham (c. 1288 – c. 1348) – Escolástico franciscano que escreveu obras importantes sobre lógica, física e teologia; conhecido pela Navalha de Ockham
Nicole Oresme (c. 1323–1382) – Um dos filósofos mais famosos e influentes da Idade Média, economista, matemático, físico, astrônomo, filósofo, teólogo e Bispo de Lisieux, e tradutor competente, um dos pensadores mais originais do século 14
Barnaba Oriani (1752–1832) – Geodeta, astrônomo e cientista; sua maior realização foi a investigação detalhada do planeta Urano; conhecido por teorema de Oriani
 Luca Pacioli (c. 1446–1517) – Muitas vezes considerado como o Pai da Contabilidade; publicou vários trabalhossobre matemática
Ignace-Gaston Pardies (1636–1673) – Físico conhecido por sua correspondência com Newton e Descartes
Franciscus Patricius (1529–1597) – Teórico da cosmologia, filósofo e estudioso da Renascença
John Peckham (1230–1292) – Arcebispo de Canterbury e praticante pioneiro da ciência experimental
Nicolas Claude Fabri de Peiresc (1580–1637) – Astrônomo que descobriu a nebulosa de Orion; a cratera lunar Precious é nomeada em sua honra
Stephen Joseph Perry (1833–1889) – Astrônomo jesuíta e membro da Royal Society, fez observações freqüentes dos satélites de Júpiter, de ocultações estelares, dos cometas, meteoritos, das manchas causadas pelo sol e faculae
Giambattista Pianciani (1784–1862) – Jesuíta matemático e físico
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(Roger Bacon ou Rogério Bacon OFM, (Ilchester, Somerset, 1214 — Oxford, 1294), também conhecido como Doctor Mirabilis (Doutor Admirável em latim), foi um dos mais famosos frades de seu tempo. Ele foi um filósofo inglês que deu bastante ênfase ao empirismo e ao uso da matemática no estudo da natureza. Estudou nas universidades deOxford e Paris. Contribuiu em áreas importantes como a Mecânica, a Filosofia, a Geografia e principalmente a Óptica.)
Giuseppe Piazzi (1746–1826) – Teatino matemático e astrônomo que descobriu Ceres, hoje conhecido como o maior membro do cinturão de asteróides; também fez importante trabalho de catalogação de estrelas
Jean Picard (1620–1682) – Primeira pessoa a medir o tamanho da Terra a um grau razoável de precisão; também desenvolveu o que se tornou o método padrão para medir a ascensão reta de um objeto celestial; A missão PICARD, um observatório em órbita solar, é nomeada em sua honra
Edward Pigot (1858–1929) – Jesuíta sismólogo e astrónomo
Alexandre Guy Pingré (1711–1796) – Astrônomo e geógrafo naval francês, A cratera lunar Pingré é nomeada em sua homenagem, como o é o asteróide 12719 Pingré
Jean Baptiste François Pitra (1812–1889) – Cardeal beneditino, arqueólogo e teólogo notável por susas grandes descobertas arqueológicas
Charles Plumier (1646–1704) – Considerado um dos exploradores botânicos mais importantes do seu tempo
Marcin Odlanicki Poczobutt (1728–1810) – Jesuíta astrônomo e matemático, ganhou o título de Astrônomo do Rei; a cratera lunar Poczobuttcratera é nomeada em sua homenagem.
Léon Abel Provancher (1820–1892) – Naturalista dedicado ao estudo e descrição da fauna e da flora do Canadá; seu trabalho pioneiro lhe valeu a denominação de “Pai da História Natural do Canadá”
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(Primeira página daTheoria Philosophiæ Naturalis de Boscovich)
Louis Receveur (1757–1788) – Naturalista franciscano e astrônomo, descrito como sendo o mais próximo que se poderia chegar a ser um ecologista no século 18
Franz Reinzer (1661–1708) – Escreveu um aprofundado compêndio meteorológico, astrológico e político, abordando temas como os cometas, meteoros, raios, ventos, os fósseis, metais,corpos de água, e os tesouros subterrâneos e os segredos da terra
Louis Rendu (1789–1859) – Bispo que escreveu um livro importante sobre os mecanismos de movimento glacial; as geleiras Rendu ( Alasca, EUA ) e Monte Rendu (Antarctica) foram nomeadas por ele
Vincenzo Riccati (1707–1775) – Matemático e físico italiano
Matteo Ricci (1552–1610) – Um dos fundadores da Missão Jesuíta da China, co-autor do primeiro dicionário chinês-Europeu
Giovanni Battista Riccioli (1598–1671) – Astrônomo que foi o autor da Almagestum novum”, uma enciclopédia influente da astronomia; foi a primeira pessoa a medir a taxa de aceleração de um corpo em queda livre, criou um selenógrafo com o Padre Grimaldi que hoje adorna a entrada do “National Air and Space Museum”, em Washington DC
Johannes Ruysch (c. 1460–1533) – Explorador, cartógrafo e astrônomo que criou a segunda mais antiga representação impressa conhecida da do Novo Mundo
Giovanni Girolamo Saccheri (1667–1733) – Jesuíta matemático e geômetra
Johannes de Sacrobosco (c. 1195 – c. 1256) – Monge irlandês e astrônomo que escreveu o texto de astronomia medieval “Tractatus de Sphaera”; o seu “Algorismus” foi o primeiro texto a introduzir os numerais arábicos e procedimentos no currículo universitário europeu; a cratera lunar Sacrobosco é nomeada em sua homenagem
Gregoire de Saint-Vincent (1584–1667) – Jesuíta matemático que fez importantes contribuições ao estudo da hipérbole
Alphonse Antonio de Sarasa (1618–1667) – Jesuíta matemático que contribuiu para a compreensão dos logaritmos
Christoph Scheiner (c. 1573–1650) – Jesuíta físico, astrônomo e inventor do pantógrafo, escreveu sobre uma vasta gama de assuntos científicos
George Schoener (1864–1941) – Tornou-se conhecido nos Estados Unidos como o “Pai das Rosas” por seus experimentos para melhorar a reprodução de rosas.
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(Mapa do Extremo Oriente feito por Matteo Ricci, em 1602)
Gaspar Schott (1608–1666) – Jesuíta físico, astrônomo e filósofo natural que é mais amplamente conhecido por seus trabalhos sobre os instrumentos mecânicos e hidráulicos
Franz Paula von Schrank (1747–1835) – Botânico, entomologista e escritor prolífico
Berthold Schwarz (c. 14th century) – Frade franciscano e inventor de renome de armas de pólvora e fogo
Anton Maria Schyrleus of Rheita (1604–1660) – Astrônomo e óptico, que construiu o telescópio Kepler
George Mary Searle (1839–1918) – Paulista astrônomo e professor que descobriu seis galáxias
Angelo Secchi (1818–1878) – Pioneiro na espectroscopia astronômica; foi um dos primeiros cientistas a afirmar com autoridade que o Sol é uma estrela
Włodzimierz Sedlak (1911–1993) – Pai da bioeletrônica polonês e da teoria eletromagnética da vida
Alessandro Serpieri (1823–1885) – Astrônomo e biólogo que estudou as estrelas cadentes, e foi o primeiro a introduzir o conceito de radiante sísmica
Gerolamo Sersale (1584–1654) – Jesuíta astrónomo e selenógrafo; seu mapa da lua pode ser visto no Observatório Naval de San Fernando, a cratera lunar Sirsalis é nomeada em sua homenagem
Benedict Sestini (1816–1890) – Astrônomo jesuíta, matemático e arquiteto, estudou as manchas solares e eclipses; escreveu livros sobre uma variedade de assuntos matemáticos
René François Walter de Sluse (1622–1685) – Matemático com uma família de curvas que leva seu nome
Lazzaro Spallanzani (1729–1799) – Biólogo e fisiologista que fez importantes contribuições para o estudo experimental das funções corporais e reprodução animal, e essencialmente descobriu a ecolocalização; a sua investigação da biogênese pavimentou o caminho para as investigações de Louis Pasteur…
Valentin Stansel (1621–1705) – Jesuíta astrônomo, que fez importantes observações de cometas
Johan Stein (1871–1951) – Jesuíta astrônomo e diretor do Observatório do Vaticano, o qual ele modernizou e mudou para Castel Gandolfo; a cratera lunar Stein no lado oculto da Lua é nomeada em sua homenagem
Nicolas Steno (1638–1686) – Muitas vezes chamado o pai de geografia e estratigrafia (“princípios de Steno”); beatificado pelo Papa João Paulo II.
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(Diagramas circulares de Roger Bacon
relacionados com o estudo científico da ótica)
Pope Sylvester II (c. 946–1003) – Prolífico estudioso que recomendou e promoveu conhecimentos árabes de aritmética, matemática e astronomia na Europa, reintroduzindo o ábaco e a esfera armilar que tinham sido perdidos na Europa desde o fim da era greco-romana
Alexius Sylvius Polonus (1593 – c. 1653) – Jesuit astronomer who studied sunspots and published a work on calendariography
Ignacije Szentmartony (1718–1793) – Astrônomo jesuíta que estudou as manchas solares e publicou um trabalho sobre calendariografia
André Tacquet (1612–1660) – Jesuíta matemático cujo trabalho estabeleceu as bases para a eventual descoberta do cálculo
Pierre Teilhard de Chardin (1881–1955) – Jesuíta paleontólogo e geólogo que participou na descoberta do Homem de Pequim
Francesco Lana de Terzi (c. 1631–1687) – Referido como o Pai da Aeronáutica pelo seu pioneirismo, também desenvolveu a idéia que originou o Braille
Theodoric of Freiberg (c. 1250 – c. 1310) – Teólogo dominicano e físico que fez a primeira análise correta da geometria do arco-íris
Joseph Tiefenthaler (1710–1785) – Um dos primeiros geógrafos europeus a escrever sobre a Índia
Giuseppe Toaldo (1719–1797) – Cientista que estudou a eletricidade atmosférica e fez um importante trabalho com varas “lightnight”; o asteróide 23685 Toaldo é nomeado em sua homenagem
José Torrubia (c. 1700–1768) – Lingüista, cientista, colecionador de fósseis e livros, e escritor sobre temas históricos, políticos e religiosos
Franz de Paula Triesnecker (1745–1817) – Jesuíta astrônomo e diretor do Observatório de Viena, publicou uma série de tratados sobre astronomia e geografia; a cratera lunar Triesnecker é nomeada em sua homenagem
Basil Valentine (c. 15th century) – Alquemista a quem o autor James J. Walsh chama o pai da química moderna 9
Luca Valerio (1552–1618) – Jesuíta matemático que desenvolveu maneiras de encontrar volumes e centros de gravidade dos corpos sólidos
Pierre Varignon (1654–1722) – Matemático cuja principal contribuição foi à estática e mecânica; criou uma explicação mecânica da gravitação
Fausto Veranzio (c. 1551–1617) – Bispo, inventor polímata, e lexicógrafo
Ferdinand Verbiest (1623–1688) – Jesuíta astrônomo e matemático, desenhou o que alguns dizem ser o primeiro veículo auto-propelido – muitos afirmam que este foi o primeiro automóvel do mundo
Francesco de Vico (1805–1848) – Jesuíta astrônomo que descobriu ou co-descobriu um grande número de cometas; também fez observações de Saturno e as lacunas em seus anéis, a cratera lunar DeVico e o asteróide 20103 de Vico são nomeados em sua homenagem
Vincent of Beauvais (c.1190–c.1264) – Escreveu a enciclopédia mais influente da Idade Média
János Vitéz (archbishop) (c.1405–1472) – Arcebispo astrônomo e matemático
Martin Waldseemüller (c. 1470–1520) – Cartógrafo alemão que, junto com Matthias Ringmann, é creditado com o primeiro a usar o termo América de modo registrado
Godefroy Wendelin (1580–1667) – Astrônomo que reconheceu a terceira lei de Kepler aplicada aos satélites deJúpiter; a cratera lunar Vendelinus é nomeada em sua honra
Johannes Werner (1468–1522) – Matemático, astrônomo e geógrafo
Witelo (c. 1230 – after 1280, before 1314) – Físico, filósofo natural e matemático; a cratera lunar Vitello é nomeada em sua honra, sua “Perspectiva” influencioiu fortemente cientistas mais tarde, em especial Johannes Kepler
Julian Tenison Woods (1832–1889) – Passionista geólogo e mineralogista
Theodor Wulf (1868–1946) – Jesuíta físico que foi um dos primeiros a fazer um experimento para detectar excesso de radiação atmosférica
John Zahm (1851–1921) – Padre da Santa Cruz e explorador da América do Sul
Giuseppe Zamboni (1776–1846) – Físico que inventou a pilha Zamboni, uma bateria elétrica semelhante à pilha de Volta
Francesco Zantedeschi (1797–1873) – Está entre os primeiros a reconhecer a absorção de luz vermelha, amarela e verde marcada pela atmosfera; publicou artigos sobre a produção de correntes elétricas em circuitos fechados, pela abordagem de retirada de um ímã, antecipando assim os experimentos clássicos de Michael Faraday de 1831
Niccolò Zucchi (1586–1670) – Tentou construir um telescópio de reflexão em 1616, pode ter sido o primeiro a ver os cinturões do planeta Júpiter; correspondeu-se com Kepler
Giovanni Battista Zupi (c. 1590–1650) – Astrônomo jesuíta, matemático e primeira pessoa a descobrir que o planeta Mercúrio tinha fases orbitais; a cratera lunar Zupus é nomeada em sua honra

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(Nicolau Copérnico (Toruń, 19 de Fevereiro de 1473 — Frauenburgo, 24 de Maio de 1543) foi um astrônomo e matemático polaco que desenvolveu ateoria heliocêntrica do Sistema Solar. Foi também cónego da Igreja Católica, governador e administrador, jurista, astrólogo e médico).

 fonte:
Lista de Clérigos-cientistas Católicos e suas descobertas científicas. | Pro Ecclesia Catholica
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