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Aos 15 anos, jovem tira nota máxima em 'Enem' da Islândia e é destaque na imprensa estrangeira: 'Inacreditável'

Beatriz Ladeira, de 15 anos, superou as barreiras da língua e foi considerada a melhor estudante daquele país. Família de Jundiaí (SP) se mudou em 2016 para fazer evangelização. Por Matheus Fazolin, G1 Sorocaba e Jundiaí   Beatriz trabalha em lar para idosos da Islândia durante as féridas - Jundiaí (Foto: Beatriz Ladeira/Arquivo Pessoal)    Uma brasileira de 15 anos foi destaque na imprensa da Islândia depois de ter superado a dificuldade do idioma nórdico da época dos vikings para tirar a nota máxima em uma prova nacional para estudantes, considerada o "Enem" do país. Nascida em Jundiaí, no interior de São Paulo, Beatriz Ladeira contou ao G1 que, apesar de ter ficado desesperada, ser considerada a melhor estudante da Islândia foi uma surpresa: "É uma coisa inacreditável". A ilha, que fica no norte do Oceano Atlântico, foi colonizada pela Dinamarca e conta com uma população de 350 mil habi...

Cem anos de pedofilia

Olavo de Carvalho O Globo, 27 de abril de 2002 Na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado. Na China, castrar meninos para vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legítimo durante milênios. No mundo islâmico, a rígida moral que ordena as relações entre homens e mulheres foi não raro compensada pela tolerância para com a pedofilia homossexual. Em alguns países isso durou até pelo menos o começo do século XX, fazendo da Argélia, por exemplo, um jardim das delícias para os viajantes depravados (leiam as memórias de André Gide, “Si le grain ne meurt”). Por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo — e praticamente ela só — que libertou as crianças desse jugo temível. Mas isso teve um preço. É como se uma corrente subterrânea de ódio e ressentimento atravessasse dois milênios de história, aguardando o momento da vingança. Esse momento chegou. O mo...

Palestra de Junho na UFRJ

  O Círculo retoma suas atividades na UFRJ e promove o vídeo-debate sobre um assunto importante para o meio acadêmico. O Dr. Willian Craig aborda o tema proferido na Universidade de Notre Dame.  O Auditório do Instituto Eloisa Mano fica na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro. Compareça! Divulgue !

Bibliografia sobre o Aborto

Gabriel Arruda    Me mandaram ir estudar, já que sou contra o aborto. Tá bom, resolvi fazer meu TCC sobre isso. Segue a bibliografia preliminar: AQUINO, Tomás – Suma Teológica. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2015 ARISTÓTELES – Ética a Eudemo. São Paulo: Edipro, 2015. ARISTÓTELES – Ética a Nicômaco. 4. ed. São Paulo: Edipro, 2014. ARISTÓTELES – A Política. 2.ed. Bauru: Edipro, 2009. ALVIRA, Tomás; CLAVELL, Luís; MELENDO, Tomás - Metafísica. São Paulo: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lúlio”, 2014. CALABRESE, Antonio – Diritto Penale Canonico. 3.ed. Città del Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2006. COSTA JÚNIOR, João Batista de O. Por quê, ainda, o abôrto terapêutico? Revista da Faculdade de Direito da USP, São Paulo, v. IX, p. 312-330, 1965. Preleção inaugural dos Cursos Jurídicos da Faculdade de Direito da USP de 1965. CRUZ, Luiz Carlos Lodi da. A alma do embrião humano: a questão da animação e o fundamento ontológico da dignidade de...

Homem feminista descobre que as feministas não toleram diferenças de opinião

Por InsideMAN   Em Fevereiro último, Tanveer Ahmed, um psiquiatra e um comediante, e alguém que foi escolhido para ser uma das 2,000 celebridades masculinas para a campanha feminista White Ribbon (criada com o propósito de lidar com a violência contra as mulheres na Austrália), escreveu um artigo salientando o facto dos homens serem esquecidos no debate em torno da violência doméstica. O artigo provocou uma ofensa junto das feministas, gerando uma furiosa e, em última análise, bem sucedida campanha para a sua demissão como embaixador da White Ribbon . A InsideMAN foi a primeira publicação do Reino Unido a reportar a história, e aqui Tanveer descreve nas suas palavras o que acontece quando um homem feminista se atreve a falar contra a irmandade. Este artigo apareceu pela primeira vez na edição imprensa da revista "The Spectator", Austrália. ** Tenho sido consideravelmente enfraquecido desde que falei sobre o enfraquecimento dos homens. V...

A neurociência provou que a pornografia está literalmente tornando o cérebro do homem mais infantil

     by Matt Fradd Duzentos anos atrás no Reino Unido, se você dissesse que iria a um “clube de cavalheiro”, entenderiam que você iria a um estabelecimento privado de alta classe onde você poderia relaxar, ler, jogar jogos de salão, fazer uma refeição e tagarelar com outros de sua classe. Hoje, nos EUA, se você dissesse que iria a um “clube de cavalheiro”, entenderiam que você pagaria para ver um strip-tease em um bar com pouca luminosidade. É isso que deveria realmente tipificar um “cavalheiro”? Junto com outros negócios orientados para o sexo, a pornografia é com freqüência classificada como entretenimento “adulto” – algo para públicos “maduros”. Se isso significasse que esses tipos de entretenimento não são “apropriados para crianças”, então poucos levantariam alguma objeção. Dito isto, seria estúpido usar isso como um argumento de que a pornografia é própria para adultos. Heroína e metanfetaminas também não são “apro...

Estamos acabando com o país

Gustavo Ioschpe   Reunião de pais e mestres: é nela que temos de exigir uma escola sem doutrinação marxista para nossos filhos (Gilberto Tadday/VEJA)   Há algumas semanas, dei uma palestra em um evento sobre educação, organizado por uma grande empresa e sediado em uma escola. Havia muitos educadores e alunos na plateia. Compartilhei alguns dos dados preocupantes sobre o fracasso do nosso sistema educacional. Expus minha oposição ao plano — agora consagrado em lei — de investirmos 10% do PIB em educação, notando que o único país que investe nesses patamares é Cuba. (Não porque aprecie sobremodo a educação, mas porque não tem PIB: qualquer meia dúzia de vinténs já dá 10% do PIB cubano...) Depois da minha fala, vieram as perguntas do público. Sempre que há professores na plateia, estas perguntas se repetem: não é muito simplista/reducionista/alienado falar apenas em qualidade ...