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Mostrando postagens com o rótulo livros

Cinco reflexões de Bauman sobre o mundo digital

Sociólogo polonês,ex-filiado ao Partido Comunista da Polônia, falecido nesta segunda-feira, 9/1/17, era um crítico estudioso dos efeitos das redes sociais na vida cotidiana Zygmunt Bauman Conhecido pelo conceito de “modernidade liquida”, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, morto nesta segunda-feira, 9, aos 91 anos, por causas desconhecidas, é citado com frequência por profissionais de marketing e comunicação, sobretudo, quando os temas estão ligados ao comportamentos nas redes sociais e ao consumismo. Em 1990, Bauman resumiu seu conceito: “em uma vida moderna líquida não há laços permanentes, e qualquer coisa que seguramos por um tempo deve ser amarrada vagamente para que os laços possam ser desatados novamente, tão rápido e tão facilmente quanto possível, quando as circunstâncias mudarem”, afirmou. Observador dos movimentos de interação social digital, Bauman deixava claro, em suas entrevistas, o que pensava sobre a influência das redes sociais. Ve...

Bibliografia sobre o Aborto

Gabriel Arruda    Me mandaram ir estudar, já que sou contra o aborto. Tá bom, resolvi fazer meu TCC sobre isso. Segue a bibliografia preliminar: AQUINO, Tomás – Suma Teológica. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2015 ARISTÓTELES – Ética a Eudemo. São Paulo: Edipro, 2015. ARISTÓTELES – Ética a Nicômaco. 4. ed. São Paulo: Edipro, 2014. ARISTÓTELES – A Política. 2.ed. Bauru: Edipro, 2009. ALVIRA, Tomás; CLAVELL, Luís; MELENDO, Tomás - Metafísica. São Paulo: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lúlio”, 2014. CALABRESE, Antonio – Diritto Penale Canonico. 3.ed. Città del Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2006. COSTA JÚNIOR, João Batista de O. Por quê, ainda, o abôrto terapêutico? Revista da Faculdade de Direito da USP, São Paulo, v. IX, p. 312-330, 1965. Preleção inaugural dos Cursos Jurídicos da Faculdade de Direito da USP de 1965. CRUZ, Luiz Carlos Lodi da. A alma do embrião humano: a questão da animação e o fundamento ontológico da dignidade de...

300 anos antes de Marx, São Tomás More já apontava por que o socialismo/comunismo fracassaria

    Algumas lições do santo mártir inglês sobre a propriedade particular e a distribuição de renda       A obra mais conhecida de São Tomás More (1478-1535), chanceler da Inglaterra e mártir da fé, é “ A Utopia “, ou “Sobre a constituição ideal do Estado e a nova ilha Utopia”, lançada em Londres em 1518 . No texto, ele dialoga com o navegador Rafael Hitlodeu, que teria viajado com Américo Vespúcio e que apresenta um pensamento protocomunista. São Tomás, por sua vez, ressalta a doutrina da Igreja e defende a propriedade privada e a desigualdade natural. Hitlodeu afirma: “O único meio de distribuir os bens com igualdade e com justiça e de fazer a felicidade do gênero humano é a abolição da propriedade. Enquanto o direito de propriedade for o fundamento do edifício social, a classe mais numerosa e mais estimável não terá por quinhão senão misé...

O culto do multiculturalismo

  Rodrigo Constantino   “Uma cultura só tem importância se for boa para os indivíduos”. (Kwame Anthony Appiah) Uma das maiores ameaças à liberdade individual atualmente encontra-se no culto do multiculturalismo. Vários autores notaram este risco, entre eles Thomas Sowell, da Escola de Chicago. Em sua coletânea de textos Barbarians Inside the Gates , Sowell lembra que o mundo sempre foi multicultural, por séculos antes de o termo ser cunhado. Tratava-se de um multiculturalismo num sentido prático, diretamente oposto ao que o atual culto dos relativistas culturais prega. Como exemplos, Sowell lembra que o papel onde seu livro foi escrito fora inventado na China, as letras vieram da Roma antiga e os números da Índia, através dos árabes. O autor é um descendente da África, que escrevia enquanto escutava música de um compositor russo. A razão pela qual tantas coisas se disseminam pelo mundo todo está no simples fato de que algumas coisas são cons...

O que o governo fez com o nosso dinheiro?

Clique na imagem para adquirir o livro A diversidade de temas tratados por Murray Rothbard ao longo de sua vida é realmente notável. Versando sobre economia, filosofia política, história, teoria monetária e bancária e crítica literária, Rothbard produziu obras monumentais. De tratados a livros, ensaios, artigos em revistas acadêmicas e em jornais renomados, sua produtividade no decorrer de toda a sua carreira é digna de admiração — independentemente de afinidades intelectuais. Sua prosa direta, objetiva, clara e sempre instigante cativa leitores há décadas e faz com que suas obras propiciem uma leitura verdadeiramente prazerosa — sem jamais cair na superficialidade, apesar da linguagem simples e precisa. A presente obra é um excelente exemplo do primor de Rothbard. A verdade é que ler Murray Rothbard é uma transformação intelectual; você nunca mais será o mesmo. Foi assim comigo e, provavelmente, será assim com...

Dez anos depois, autor de 'O Monge e o Executivo' volta ao mosteiro

da Livraria da Folha Um fenômeno editorial, "O Monge e o Executivo" vendeu mais de 3 milhões de exemplares no Brasil desde a sua publicação, em 2004. Dez anos depois, James C. Hunter, autor no best-seller retorna às livrarias do Brasil com "De Volta ao Mosteiro" . No lançamento, Hunter traz um novo encontro entre o monge e o executivo no mesmo mosteiro em que se conheceram no primeiro livro. Na conversa, outros cinco personagens se unem a eles. Como resultado, descobrem que apenas um integrante do retiro anterior colocou em prática os ensinamentos sobre liderança. O autor usa o episódio para refletir o quanto conseguimos colocar em prática o que aprendemos. "De Volta ao Mosteiro" retoma o valor do desempenho, do trabalho em equipe e do crescimento pessoal. Abaixo, leia um trecho. Livro ensina os passos para o desenvolvimento da liderança   NA PRIMAVERA DE 2005, recebi um telefonema de minha editora brasileira, a  Se...