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Entendendo a cabeça de um revolucionário__do idiota útil ao líder máximo

Claudia em Allgemein É preciso entender como se forma a mentalidade de um  revolucionário, ou que se diz revolucionário. O processo é deveras interessante! Eis aqui um guia prático do reconhecimento  do marxista. Não é apenas o ataque ao sistema capitalista para transformar o mundo e fazê-lo mais justo e igualitário__ de outra forma, aquela que Karl Max nos ensinou, mas é sobretudo uma forma de comportamento e normas, que podemos descrever em ítens. Ítem 1. A incoerência! São useiros e vezeiros em execrar o capitalismo, o consumismo e a opressão proporcionada pelos dois. Entretanto, de forma bizarra, se valem do capitalismo para compras, férias, aquisição de carros e bens imóveis, e tudo que exista de mais moderno no sistema por eles atacado. Você conhece um desses críticos que foi passar férias na Coréia do Norte, Venezuela, Cuba, Angola ou Congo?__Eu não!  Eles ainda adquirem imóveis em Paris, New York, Leblon e Jardins. Vi...

A Desumanidade da Ideologia Socialista

paulo eneas       A ideologia do socialismo é na sua essência uma doutrina desumana, assim como todas as doutrinas de esquerda derivadas do marxismo e fundamentalmente do materialismo histórico. E a desumanidade dessas doutrinas reside na percepção que elas têm do ser humano como sendo resultado unicamente de um processo histórico, que por sua vez é ditado pelas relações entre modo de produção e forças produtivas e entre as infraestruturas e as superestruturas decorrentes dessas relações. O ser humano assim concebido pela mentalidade revolucionária se reduz ao resultado de um processo do qual ele não tem compreensão e nem consegue perceber, uma vez que ele é alienado desse processo, alienado no sentido hegeliano do termo. Uma alienação da qual estão libertos somente os que detêm a compreensão da história dada pelo materialismo histórico e dialético, e que justamente por isso se constituirão na vanguarda, de legitimidade inquestionáv...

A Garota Dinamarquesa é um disparate. Eu falo com conhecimento de causa. Fui uma mulher transgênero.

    by Walt Heyer     Por vezes eu me senti como se estivesse encurralado escutando uma interminável conversa de vendedor de pacote turístico. Quando acabariam aquelas frases de efeito tão previsíveis? A Garota Dinamarquesa está cheio de sentimentos fofos e pegajosos projetados para convencer heterossexuais “homofóbicos” ou “transfóbicos” de que as voltas e reviravoltas na vida de um transgênero são na verdade uma busca saudável e corajosa pelo seu verdadeiro eu. O filme transborda tópicos batidos do discurso LGBT. Num momento chave, o personagem principal exclama: “Eu finalmente sou quem eu sou!” A Garota Dinamarquesa , baseado num romance homônimo de David Ebershoff e dirigido por Tom Hooper, conta a história de Lilli Elbe, um dos primeiros beneficiários da cirurgia de mudança de sexo. O filme apresenta Eddie Redmayne no papel de Einar Wegener/Lilli Elbe, a emergente transgênero feminina. Alicia Vikander coestrela como Gerda, sua e...

Neurocirurgião volta do coma e se convence que há vida após a morte

Alexander Eben entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.   O Fantástico conta uma história do além! Um neurocirurgião americano nunca acreditou em vida após a morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado. O que existe depois que a vida acaba? Para o neurocirurgião Alexander Eben, a morte sempre significou o fim de tudo. Ele entende do assunto: foi professor da escola de medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e há mais de 25 anos estuda o cérebro. Sempre tinha uma explicação científica para os relatos dos pacientes que voltavam do coma com histórias de jornadas fora do corpo para lugares desconhecidos. Até que ele próprio vivenciou uma delas. E agora afirma: existe vida após a morte. Era 10 de novembro de 2008. O doutor Alexander é levado às pr...

A médica ateia que avaliou 1.400 milagres e os confirmou: “Eles existem!”

A hematologista canadense Jacalyn Duffin não sabia, mas estava participando da investigação de um milagre     Dra. Jacalyn Duffin - blog Ciência Confirma a Igreja     A hematologista canadense Jacalyn Duffin estava observando no microscópio “uma célula letal de leucemia”. Olhando para a data do exame, concluiu: “Fiquei persuadida de que o paciente cujo sangue estava examinando tinha que ter morrido”. Entretanto, o paciente estava bem vivo. A hematologista não sabia: ela estava participando da investigação de um milagre. Duffin, 64, é também uma prestigiosa historiadora, tendo presidido a Associação Americana de História da Medicina e a Sociedade Canadense de História da Medicina, além de ser catedrática dessa disciplina na Queen’s University, de Kingston, Canadá. O fato se deu em 1986 e foi o seu primeiro contato com as canonizações da Igreja. A amostra ...

Contra a juventude eterna

Por Frederica Mathewes-Green [*] Eu sou fã de filmes antigos, aqueles em preto e branco das décadas de 1930 e 1940, em parte porque mostram o quanto a cultura americana mudou. Os adultos desses filmes se portam de uma maneira diferente. Eles não falam e nem andam da mesma forma que nós. E é difícil saber qual a idade dos personagens — é como se estivessem representando uma fase da vida humana que nós perdemos. Pegue o filme de 1934, Imitação da Vida . Nele, Claudette Colbert representa uma jovem viúva que constrói uma empresa de sucesso (vendendo panquecas, na verdade. É mais fácil acreditar assistindo o filme). Ela era firme e elegante, com uma voz brilhante e maças do rosto magníficas, o que fez dela uma estrela. Mas quantos anos ela tinha ? De acordo com a história, não podia ter muito mais de trinta anos, mas ela andava como uma rainha. Hoje, nem pessoas bem mais velhas tem este tipo de presença — e Colbert tinha trinta e um anos quando o filme sai...

Leat T se arrepende da mudança de sexo. Mais uma vítima das ideias progressistas

Segundo O Dia , o transexual Lea T se arrependeu da cirurgia de mudança de sexo a que se submeteu na Tailândia em 2012. O modelo está se relacionando com mulheres e já anda disfarçado nas ruas para não ser reconhecido. Tarde demais. Na época a mídia brasileira não falou em outra coisa. Lea T se tornou o modelo de uma nova sociedade, onde não havia mais os limites entre os gêneros. “Uma pessoa é o que ela se define”, dentre outras bobagens abstratas e perversas engendradas pela mentalidade doentia dos progressistas. Foi logo abraçada pela mídia e alçada ao panteão dos ícones dos pés de barro. Como bem ressaltou Camille Paglia, esse conceito de transgênero: homem é homem, mulher é mulher. Não é a sociedade que estabelece esses valores, é a biologia. Os papeis sociais são apenas derivados disso. Como a mesma aponta, o fenômeno transgênero é sempre mais ocorrente nos períodos de decadência da sociedade. Como o nosso, que nos faz até perceber que uma feminista apoiadora de ...